Participantes

Abi Feijó

Abi Feijó

Realizador, Produtor, Professor de Cinema de Animação e Diretor da Casa Museu de Vilar. Licenciatura nas Belas Artes do Porto (1980). Estágio no National Film Board do Canadá (1985), onde realiza o seu primeiro filme. Funda a Filmógrafo (1987), a Casa da Animação (2001), a Ciclope Filmes (2002) e a Quinta Imagem (2012). Como Realizador, assina os filmes: Oh que Calma (1985), A Noite saiu à Rua (1987), Os Salteadores (1993), Fado Lusitano (1995), Clandestino (2000) e Nossa Senhora da Apresentação (2015) entre outros, com os quais recebe mais de 40 prémios e menções. Exerce ainda funções de Produtor (desde 1997): A Noite (1999), História Trágica com Final Feliz (2005) e Kali o Pequeno Vampiro (2012) de Regina Pessoa, Amélia & Duarte (2015) de Alice Guimarães e Mónica Santos. Os filmes produzidos receberam cerca de 95 prémios e menções. Orienta vários workshops de Cinema de Animação em Portugal, Espanha, França, Itália, Israel, Escócia, Polónia, Brasil, México, Líbano e China, sobretudo com crianças (desde 1985) e jovens. Foi Professor na Universidade Católica do Porto (1999-2001), na ESAP (2002-2016), Na Tainan National University of the Arts (Taiwan) (2006-2009), na ESAG de Guimarães (desde 2009) e na Universidade do Algarve (2012-13), Na BAU – Centro Universitário de Diseño de Barcelona (2015-2017). Desempenhou ainda as funções de Presidente da ASIFA - Associação Internacional do Filme de Animação (2000-2002) e de Vice Presidente do ASIFA Workshop Group (1995-2001). Co-autor do manual interactivo Teaching With Animation (www.animwork.dk/twa). Produziu as curtas metragens de Animação: Tio Tomás e a Contabilidade dos Dias de Regina Pessoa, em co-produção com o ONF/NFB do Canadá e com Les Armateurs (França) e ainda Ride de Paul Bush, uma co-produção com a Ancient Mariner, Reino Unido. Em 2019 foi convidado a integrar a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas norte-americana qua atribui os Óscares. Presentemente dirige a Casa Museu de Vilar - a Imagem em Movimento (desde 2014).

Albertino Gonçalves

Albertino Gonçalves

Albertino Gonçalves é licenciado em Sociologia pela Universidade de Paris V – Sorbonne (1981) e doutorado em Sociologia pela Universidade do Minho (1994), onde fez a agregação no grupo disciplinar de Sociologia (2005). Tem lecionado, desde 1982, disciplinas da área da metodologia das ciências sociais e da sociologia da cultura, dos estilos de vida e da arte. É coordenador dos cursos de pós-graduação do Instituto de Ciências Sociais, membro da comissão instaladora da Casa Museu de Monção e investigador do Centro de Estudos Comunicação e Sociedade.

Alessandro Negrini

Alessandro Negrini

Realizador e argumentista italiano multi-premiado, define-se como realizador de cinema por engano. Viajou pela Europa no final dos anos 90, escrevendo, e em 2001 mudou-se para a Irlanda. Os seus filmes conquistaram um conjunto de prémios internacionais em festivais em todo o mundo. O seu trabalho combina ficção, documentário e poesia. O seu último filme Tides, foi definido como doc-dream. O filme "Paradiso" uma encomenda da BBC ganhou 18 prémios internacionais e foi selecionado em mais de 60 festivais. Trabalhou várias vezes com o realizador norueguês Oddgeir Saether (Dop no Inland Empire de David Lynch) e com vários argumentistas e produtores como Margo Harkin (Hush bye Baby), David Gothard (ex-diretor artístico do Riverside Studios em Londres e Abbey Theatre, Dublin) e Michael Seeber. Foi júri em diversos festivais internacionais de cinema. Recentemente, Negrini foi selecionado pelo crítico de cinema italiano, Adriano Aprà, para integrar "Fuorinorma" (Out of the Norm), um projeto e um livro que seleciona o melhor novo cinema experimental italiano dos últimos 15 anos.

Alessandro Ricardo Campos

Alessandro Ricardo Campos

Doutorando pelo Programa de Pós Graduação em Sociologia e Antropologia – PPGSA / UFPA, Mestre em Antropologia Social pelo mesmo Programa (2014), e Especialista em “Educação e Saberes Africanos e a Implementação da lei 10.639” pela Universidade Federal do Pará (2012). É graduado em Ciências Sociais também nesta universidade (2005). Atua como Professor (Classe II) na Secretaria Estadual de Educação (SEDUC / PA) e como docente externo da UFPA. É membro-fundador do Grupo de Pesquisa em Antropologia Visual e da Imagem – Visagem / PPGSA, e editor da Revista Eletrônica Visagem. Atua como membro da curadoria das mostras do Festival do Filme Etnográfico do Recife e coordenador do Festival do Filme Etnográfico do Pará

Alfonso Palazón

Alfonso Palazón

Doutorado e licenciado em Ciências da Informação e Comunicação pela Universidade Complutense. Prémio Internacional Aurélio Paz dos Reis, 2016. Professor titular de Comunicação Audiovisual na Faculdade de Ciências da Comunicação da Universidade Rey Juan Carlos, Madrid (URJC). Dirige o Mestrado Oficial em Documentário e Novos formatos da URJC. Trabalhou em diferentes projetos audiovisuais como realizador, produtor e guionista. Na sua atividade destaca-se a criação e realização cinematográfica, o documentário e as narrativas transmédias.

Álvaro Campelo

Álvaro Campelo

Álvaro Campelo, Professor de Antropologia Social e Antropologia do Desenvolvimento na Universidade Fernando Pessoa, no Porto, e de Antropologia Social no Instituto Superior de Ciências da Saúde, em Gandra - Universidade Fernando Pessoa. Doutorado em Antropologia das Religiões, na parisiense universidade da Sorbonne, com uma tese sobre o antropólogo francês Michel de Certeau, intitulada a "Antropologia do Crer".

Álvaro Domingues

Álvaro Domingues

Álvaro António Gomes Domingues (Melgaço, 1959) é geógrafo, doutorado em geografia Humana e professor associado da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. Actividade Docente: Professor do Mestrado Integrado em Arquitectura e do Curso de Doutoramento da FAUP; Membro do Conselho Científico da FAUP; Professor do Mestrado “Projecto do Ambiente Urbano” (FAUP/FEUP); Professor do Curso de Doutoramento da Fac. de Arquitectura da Universidade de Coimbra; Professor dos Cursos de Verão da Fundação de Serralves; Professor convidado da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Professor Convidado da Universidade de Granada. Colabora regularmente com outras universidades, fundações, jornal Público, associações profissionais e culturais, e desenvolve uma actividade regular como conferencista. Áreas de Investigação: Geografia Urbana, Urbanismo, Paisagem, Territórios, Políticas Culturais. Dos seus livros recentes destacam-se: Vida no Campo (ed. Dafne, Porto, 2012), A Rua da Estrada (ed. Dafne, Porto, 2010) e Políticas Urbanas II, (Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2012 com Nuno Portas e João Cabral)

Bernard Despomadères

Bernard Despomadères

Licenciado em Direito e Ciências Políticas. Desempenhou, entre outras, funções de Professor, Diretor do Departamento Arte e Cultura do Institut Français du Portugal; responsável pela organização da Festa do Cinema Francês no Porto, Co-fundador da Alliance Française de Porto (membro do Conselho de Direção), colaborador de Jean Loup Passek na criação, e mais tarde, na gestão do Museu de Cinema de Melgaço, Produtor Executivo do filme de Jean Rouch e Manoel de Oliveira En une poignée de mains amies.

Daniel Maciel

Daniel Maciel

Doutorado em Antropologia – Poder, Resistência e Movimentos Sociais, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Desenvolve investigação sobre usos e práticas de cultura direcionados a populações marginalizadas, com especial interesse na sua aplicação em contextos prisionais. Com a AO NORTE tem vindo a colaborar em projetos de recolha, inventariação e reflexão em torno de fotografias históricas em álbuns pessoais.

Denise Machado Cardoso

Denise Machado Cardoso

Denise Machado Cardoso é antropóloga, atua na Assessoria da Diversidade e Inclusão Social da UFPA e no Comitê de Antropologia Visual da Associação Brasileira de Antropologia (ABA). Participa do Grupo de Estudos sobre Mulher e Relações de Género Eneida de Moraes (GEPEM) e é vice-coordenadora do Grupo de Estudos Nós Mulheres. Participou como conselheira ad hoc da Secretaria Especial da Presidência da República para Mulheres (SPM) e do Comitê de Ética em Pesquisa da UFPA. Atualmente, coordena o Laboratório de Antropologia Arthur Napoleão Figueiredo (LAANF) da UFPA. Coordena o Grupo de Estudos sobre Antropologia Visual e da Imagem (VISAGEM) e Grupo de Estudos sobre Populações Indígenas (GEPI). Vínculo institucional: Universidade Federal do Pará.

Graça Gomes

Graça Gomes

Realizadora, é a responsável pela coordenação dos alunos neste projeto. Trabalha desde 1988 em cinema de animação nas áreas de publicidade e curtas-metragens de animação, colaborando com diversos estúdios e produtoras (Opticalprint, Animais, Ao Romper da Bela Aurora, Animanostra, Alfândega Filmes, Filmógrafo). Realizou vários filmes didáticos de animação para as séries televisivas “Rua Sésamo” e Jardim da Celeste”. Entre 1993\2001 frequentou um estágio profissional de formação Franco-Português em desenho e volume animado e vários «Cartoon Masters» organizados pela associação europeia de Animação. Concluiu, em 2012, a realização da série de cinema de animação “Brincarolas”, projeto da sua autoria, financiado pelo ICA.

Graça Lobo

Graça Lobo

Graça Lobo é Mestre em Gestão Cultural com Tese em Formação de Públicos para o Cinema. Foi Coordenadora do Grupo de Projeto do Plano Nacional de Cinema, nos anos de 2012/13 e 2013/14. É coautora e Coordenadora do Programa Juventude/Cinema/Escola da Direção Regional de Educação do Algarve desde 1997/98. É coautora do Programa da Disciplina de Opção de Cinema do 3º ciclo do Ensino Básico. Foi Professora do ensino Secundário e do ensino Básico entre 1975 e 1997 e professora supervisora na Formação de Professores da Escola Superior de Educação do Algarve de 1993 a 1996. Foi Professora convidada pela Universidade do Algarve para lecionar disciplinas de Cinema entre 1994 e 2001. É Formadora acreditada pelo Conselho de Formação Contínua de Professores, tendo realizado dezenas de ações de Formação em Literacia Fílmica, desde 1999. Foi vice-presidente do Cineclube de Faro de 1996 a 2008. Coordenou várias publicações na área do cinema. Tem feito Comunicações em Congressos Nacionais e Internacionais.

Isa Catarina Mateus

Isa Catarina Mateus

Fez a parte curricular do Mestrado em História de Arte Contemporânea pela Universidade Nova de Lisboa (2000) e a Licenciatura em Estudos Portugueses- ramo de especialização científica pela Universidade do Algarve (1998). Tem o Curso de Educação Musical e piano, pelo Conservatório Regional do Algarve (1992). Fez rádio. Foi membro fundador do RADIX, do Ministério da Cultura. Foi coordenadora editorial da Revista Sul. Professora de Educação Musical, Educação Cívica e de História e Geografia de Portugal no ensino básico. Docente de Movimentos Artísticos Contemporâneos no ensino superior. Formadora de Comunicação Visual e de Fotografia e Vídeo e autora dos materiais pedagógicos para a unidade curricular de psicanálise da Universidade do Algarve. Formadora de História da Arte e de Tecnologias Educativas, Meios Audiovisuais em Ações da Formação Contínua de Professores. Integrou a equipa de Formação Artística, na área da Literatura e da Escrita no Projeto Da minha janela vejo um monumento da Direção Regional da Cultura do Algarve. Foi Coordenadora da Formação do Plano Nacional de Cinema, Formadora das Ações de Formação de Iniciação, de Continuidade e de Acompanhamento de professores e Autora dos materiais pedagógicos do PNC (2012-2014). Tem feito comunicações em congressos na área da História de arte e na área das literacias. Tem ainda publicado poesia e conto. Desenvolve oficinas de leitura, escrita e voz para alunos dos vários níveis de ensino. É colaboradora e autora dos materiais pedagógicos do Programa Juventude/Cinema/Escola e autora do Projeto VER para LER da Direção Regional de Educação do Algarve desde 2004. É Coordenadora da Comissão de Formação do Cineclube de Faro.

Jane Pinheiro

Jane Pinheiro

Nasceu e mora no Recife, nordeste do Brasil. Professora Titular de Artes Visuais e Fotografia, Cinema e Vídeo do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, recém-aposentada. Continua vinculada à UFPE como pesquisadora do LEVE – Laboratório de Experiência, Visualidade e Educação e ao LAV – Laboratório de Antropologia Visual. Doutora em Antropologia (PUC-SP), defendeu a tese Sonhos em Movimento: 1a Mostra Imaginária de Audiovisuais produzidos por adolescentes no Recife do Século 21. Integra a Comissão Organizadora do Festival Internacional do Filme Etnográfico do Recife desde a sua primeira edição em 2008, e a Comissão de Seleção das Mostras do mesmo festival desde 2011. Integra a Rede Kino desde 2017. Autora de Tiritot (Zolu, 2019), Por causa do sal (Zolu, 2017), Arte Contemporânea no Recife dos anos 1990 (Zanzar, 2016), Caleidoscópio (Paulinas, 2006/2009). Jane também se aventura a produzir videopoemas que disponibiliza no seu canal não YouTube e no site www.janepinheiro.com.

Jesús Ramé

Jesús Ramé

Jesús Ramé é doutor em filosofia pela UNED, com a tese intitulada O erro de Narciso: estética modal e audiovisual. Professor do Departamento de Comunicação e Sociologia e do Mestrado em Formação de Professores da Universidade Rey Juan Carlos. Professor de pós-graduação da UNED do curso "Alfabetização Audiovisual para Professores". Foi professor de "Edição e pós-produção" na Universidade Complutense de Madrid. Membro do Grupo de Investigación Intermedia da Universidade Rey Juan Carlos. Membro do coletivo de alfabetização e criação audiovisual “Educar la mirada”. O seu texto Lukács e o cinema ganhou o prémio Fernando Gonçalves Labrador no IX Congresso Internacional de Cinema de Avanca, 2018 (Portugal). Foi recentemente editor do livro No lo saben, pero lo hacen. Textos sobre cinema e estética de György Lukács (2019). É também um montador profissional de cinema e de televisão.

João Gigante

João Gigante

Natural de Viana do Castelo, é licenciado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes do Porto e realizou o Mestrado em Comunicação Audiovisual (Fotografia) na Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto. Mantém o seu percurso entre a prática das artes plásticas, tendo exposto o seu trabalho em diversas exposições no panorama artístico nacional e internacional e a prática de produção e organização de eventos e projetos artísticos e a projeção e organização de projetos de nível social e etnográfico, mantendo a sua característica artística e conceptual. O seu trabalho complementa as diferentes áreas de atuação plástica, como a fotografia, o vídeo, a sonoplastia, a instalação e o desenho. Desenvolve também projetos de cariz musical onde se destaca PHOLE e o projeto sonoplástico ARAME (com Miguel Arieira). É também, fundador e diretor da Revista PARASITA (com Hugo Soares).

João Lafuente

João Lafuente

João José do Coito Lafuente, licenciado em Matemática Aplicada pela Universidade do Porto, exerceu a função de técnico de informática na Caixa Geral de Depósitos. Dedica-se à fotografia desde a adolescência tendo trabalhos seus publicados em livros e revistas. Participou em exposições coletivas e realizou exposições individuais e em co- autoria com Manuela Matos Monteiro. De entre as várias exposições produzidas pode-se destacar “Carnaval em Veneza”, “As Vindimas”, “A luz do Cristalino”, “ Istambul – Roteiro da melancolia”, “Tropicana/Matanzas”, “A Sul de Dakar”,“ Istambul e Lisboa – Roteiros da melancolia”, De entre outras intervenções destaca-se o trabalho também em co-autoria, sobre o Douro: fotografia oficial dos 250 anos da região demarcada, exposição sobre a região na Assembleia da República (“O Douro no Tejo com Siza Vieira, José Rodrigues e Gracinda Candeias), no Parlamento Europeu/Bruxelas, em Paris, Bordéus, em Maputo e na Beira (Moçambique), em várias zonas do Douro e no Porto. Dirige, desde outubro de 2013, com Manuela Matos Monteiro, as galerias Espaço MIRA e MIRA FORUM, em Campanhã, no Porto.

Jocelyne Rouch

Jocelyne Rouch

Fundadora e Presidente da Fundação Jean Rouch

Jorge Silva

Jorge Silva

É um homem dos jornais e com eles ganhou, entre 2000 e 2004, 40 prémios da americana SND, Society for News Design, pelo seu trabalho como designer e diretor de arte n'O Independente e no Público. A ilustração editorial, paixão de uma vida inteira, que aprendeu no trotsquista Combate ao longo dos anos 80 e 90, tem-lhe trazido muitas alegrias, prémios, curadorias, e um blog, o Almanaque Silva, onde escreve histórias bizarras sobre a ilustração portuguesa. Inventou em 2003 uma sardinha que se tornou ao longo dos anos a genuína imagem de Lisboa, cidade onde nasceu há 59 anos. Com o ateliê silvadesigners, que fundou em 2001, tem contribuído para a criação e desenvolvimento de marcas culturais da riquíssima vida cultural lisboeta. Acredita que "uma palavra vale mil imagens" e aplica no trabalho a exuberância emocional da sua alma portuguesa e a inteligência editorial que aprendeu na imprensa. Coleciona compulsivamente ilustração, em todos os suportes possíveis, de livros a carteiras de fósforo, e tornou-se freguês assíduo das leiloeiras, onde arrebata por pequenas fortunas grandes tesouros da história da ilustração portuguesa. É membro da AGI, Alliance Graphique Internationale, desde 2012.

José da Silva Ribeiro

José da Silva Ribeiro

Licenciado em Filosofia pela Universidade do Porto (1976), graduação em Cine Vídeo pela Escola Superior Artística do Porto (1989), mestre em Comunicação Educacional Multimedia pela Universidade Aberta de Portugal (1993) e doutorado em Ciências Sociais - Antropologia pela Universidade Aberta de Portugal (1998). Foi professor da Universidade Aberta de Portugal. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Visual, atuando principalmente nos seguintes temas: antropologia visual, antropologia digital, cinema, métodos de investigação em antropologia, interculturalidade e cultura afro-atlântica. Tem realizado trabalho de campo em Portugal, Cabo Verde, Brasil, Argentina e Cuba. Coordenou a Rede Internacional de Cooperação Científica Imagens da Cultura / Cultura das Imagens. Professor visitante da Universidade Mackenzie (Educação, Arte e História da Cultura), da UECE, da UCDJB, da Universidade de Múrcia - Espanha (ERASMUS) e da Universidade de Savoie - França, Universidade de S. Paulo. Entre 2016 e 2019 foi professor visitante da Universidade Federal de Goiás - Faculdade de Artes Visuais e Faculdade de Ciências Sociais. Coordena o Grupo Estudos de Cinema e Narrativas Digitais na AO NORTE - Associação de Produção e Animação Audiovisual e colabora com outros projetos desta Associação. Colabora com diversas Revistas Científicas, Festivais de Cinema, Grupos e Redes de Pesquisa/investigação.

Julia Kushnarenko

Julia Kushnarenko

Nasceu em Moscovo e estudou realização no Instituto Gerasimov de Cinematografia. Completou os seus estudos na Escola Scream de Moscovo em composição de efeitos visuais. Trabalha como realizadora de documentários, diretora de fotografia e editora, e assume o seu fascínio por personagens contraditórias. Em 2017 conjuntamente com Veronika Sher fundou o International Dance Short Film Festival BODYSCOPE.

Manoela dos Anjos Afonso

Manoela dos Anjos Afonso

Professora Adjunta da Faculdade de Artes Visuais (FAV) da Universidade Federal de Goiás (UFG). Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual da FAV/UFG, vinculada à linha de pesquisa Poéticas Artísticas e Processos de Criação. Líder do grupo de pesquisa Núcleo de Práticas Artísticas Autobiográficas (NuPAA) e Coordenadora do Grupo de Estudos de Metodologias, Métodos e Abordagens da Pesquisa em Arte (GEMMA). Presidente da ANPAP. Pertença institucional: Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual, Faculdade de Artes Visuais, UFG.

Manuela Matos Monteiro

Manuela Matos Monteiro

Manuela Matos Monteiro tem formação em Filosofia e Psicologia sendo coautora de livros de Psicossociologia, Psicologia e autora de livros de Pedagogia, Metodologia de Projeto entre outros (Porto Editora). Dirigiu durante anos a revista 2:PONTOS e foi coordenadora do site NetProf. Dedica-se à fotografia há vários anos, participando com os seus trabalhos em exposições colectivas e individuais. O seu trabalho tem sido reconhecido através de prémios obtidos em diversos concursos de fotografia, de que se destaca o 1º prémio no concurso internacional “La femme et la vigne”. Tem trabalhos publicados em livros e revistas. De entre as diferentes intervenções pode-se destacar o trabalho em coautoria com João Lafuente, sobre o Douro. Desde 2011 desenvolve experiências com um smartphone explorando as potencialidades do dispositivo que capta e edita fotografias. Teve trabalhos selecionados e expostos em Los Angeles, Kansas City, Miami, Tokyo, Berlim, Florença, Verona entre outras. Realizou duas exposições individuais: no Ecomuseu de Montalegre (2012) e a exposição “Contemplação” na Casa Museu Abel Salazar (dezembro 2014). Uma das suas “Self(ie) evidence” obteve o 1º prémio na categoria de autorretrato no concurso MPA de 2014, o mais prestigiado prémio em fotografia mobile.

Marcos Covelo

Marcos Covelo

O seu trabalho distingue-se pelo uso de várias estratégias criativas relacionadas à apropriação, pós-produção e serialização. O seu processo criativo é caracterizado por uma metodologia sistemática de agrupamento de arquivos (imagens, vídeos, textos, etc.) e posteriormente reinterpretação. Licenciado pela Faculdade de Belas Artes de Barcelona em 2010, leciona desde 2018 como professor associado na Universidade de Vigo pelo Departamento de Desenho em disciplinas como Técnicas Informáticas ou Técnicas Gráficas, entre outras. Atualmente é membro do grupo de pesquisa DX7 do UVigo. Destaca-se na sua formação académica o Mestrado em Criação e Investigação em Arte Contemporânea pela Universidade de Vigo, as bolsas Erasmus na Coventry University of Art & Design (Inglaterra) ou o Programa de bolsas de mobilidade para investigadores da Universidade de Vigo com destino em Portugal. Ao longo da sua carreira tem sido premiado e selecionado em diversos concursos e residências artísticas a nível nacional e internacional. Destacando-se o Décimo Primeiro Prémio Auditório de Galicia para Novos Artistas, o prémio Zona ‘C’ com o projeto El rapto de Europa, a Residência Artística da Fundação Bienal Cerveira 2014 ou o Prémio Novos Valores 2010. A sua obra tem sido exibida em vários espaços de grande relevância artística a nível nacional e internacional. Destaque para a exposição individual As respostas estão soprando no vento na Fundação Rac, e as exposições coletivas na 14ª Mostra de Arte Gas Natural Fenosa, Museu de Arte Contemporáneo de la Coruña, Pintura em três atos (Ângelo de Sousa, Gerardo Bermester e Marcos Covelo) no Fórum Cultural de Cerveira, Em torno de uma paixão no Centro Huarte em Pamplona, Artes plásticas Mardel no Centro Carmen em Valência, XXIV Mostra de Arte Jovem em La Rioja no Salão de Exposições ESDIR e Sem Respeito na Combustão Espontânea galeria.

Maria Alice de Sousa Carvalho Rocha

Maria Alice de Sousa Carvalho Rocha

Doutora em Educação e pós-doutorado em Artes e Cultura Visual na Universidade Federal de Goiás. É professora adjunta no Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação da Universidade Federal de Goiás. Tem experiência na área da Educação, no Ensino Básico e dedica-se às temáticas sobre infância, linguagem e cinema. Pertença institucional: Universidade Federal de Goiás - Goiás/Brasil.

Mariano García Plaza

Mariano García Plaza

Mariano García é Professor de Educação Básica e Pedagogia Terapêutica. Membro do coletivo de alfabetização e criação audiovisual "Educar a mirada", onde tem desenvolvido as suas pesquisas participando principalmente nas oficinas de alfabetização audiovisual junto à comunidade educacional do Colégio Público de Leganés Trabenco. Também colaborou com o Coletivo "El Encuentro" de mulheres idosas do Centro Ramiro de Maeztu da Câmara Municipal de Leganés, no âmbito do trabalho de pesquisa do coletivo "Educar a mirada". Em 2013, na comunidade educativa do Colégio Público de Trabenco, integrou o projeto “A integração do recreio como espaço educativo”, que fez parte do seu trabalho de conclusão de curso da especialidade de Pedagogia Terapêutica.

Marisa Víctor Crespo

Marisa Víctor Crespo

Marisa Víctor Crespo é professora de Educação Infantil e Educação Primária e licenciada em Pedagogia. Trabalhou como professora em diferentes centros públicos da Comunidade de Madrid, especialmente na comunidade educativa do Colégio Público Trabenco de Leganés de Madrid e, atualmente, na Escola Infantil Zofío, de Madrid. Membro do coletivo de alfabetização e criação audiovisual "Educar la mirada". Pertence ao Movimento de Renovação Pedagógica “Acción Educativa” fomentando uma reflexão crítica e criativa, bem como a formação contínua de professores. Desenvolve parte de seu trabalho docente no coletivo EnterArte, gerindo projetos inovadores de educação artística em diferentes etapas educativas, trabalhando em colaboração com artistas, gestores culturais e museus interessados em relacionar arte e escola. Colabora com o Centro de Arte 2 de Mayo (CA2M), Museu de Arte Contemporânea da Comunidade de Madrid, em coordenação com o departamento de educação em diferentes grupos de trabalho, formação e publicações.

Mina Rad

Mina Rad

Mina Rad é diplomada em Comunicação e História pela Universidade de Paris. Foi jornalista internacional, apresentadora de rádio e televisão e repórter cultural. Desde 2012 é realizadora de documentários, após ter frequentado os Ateliers Varan. Em 2017, realizou o seu décimo filme “Jean Rouch, Regards Persans”. Desde 2013, é fundadora e presidente da APRÈS VARAN, associação de ex-alunos dos Ateliers Varan. É co-diretora do APRÈS VARAN Documentary Film Festival. Coordena também o Festival de Cinema Feminino para o Dia da Mulher. Francesa de origem iraniana, viveu e trabalhou na Europa e em diferentes partes do mundo: EUA, América Central e Ásia.

Patrícia Nogueira

Patrícia Nogueira

Patrícia Nogueira é realizadora, investigadora e professora universitária. Produz e realiza documentários e colabora regularmente com outros realizadores. Os seus filmes têm sido selecionados para festivais quer em Portugal – DocLisboa, FEST, PrimeirOlhar, Douro Film Festival – quer no estrangeiro – Cine Las Americas, Berlin Feminist Film Week, Filministes, Women’s Voices Now Film Festival e Indie Grits. Patrícia é doutorada em Media Digitais pelo Programa Internacional UT Austin-Portugal e mestre em Cinema Documental pela ESMAE. A sua investigação de doutoramento foca-se na percepção do espectador no documentário interativo e foi desenvolvida em colaboração com o National Film Board do Canadá, instituição onde esteve em residência durante o ano de 2015. Docente desde 2013, é atualmente professora auxiliar no ISMAI – Instituto Universitário da Maia e professora auxiliar convidada na Universidade de Coimbra. Em colaboração com Andrew Garrison, co-criou e co-leciona a disciplina Death and Documentary, a decorrer no departamento de Cinema da Universidade do Texas em Austin. É investigadora integrada no ICNOVA - iNOVA Media Lab e co-dirige o grupo europeu de investigação CCVA – Cinema and Contemporary Visual Arts, integrado na NECS - European Network for Cinema and Media Studies. Os seus interesses de investigação abrangem todas as formas de documentário – analógico, digital, interativo – e estendem-se aos Estudos Feministas de Cinema, Cinema Expandido e Cultura Digital.

Paula Tavares

Paula Tavares

Nasceu no Porto, vive em Viana do Castelo e trabalha em Barcelos. Actualmente é Directora da Escola Superior de Design do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, assim como é Diretora do Centro de Investigação em Design Media e Cultura ID+ no Polo do IPCA, onde coordena o Grupo CAOS. Em 1994 terminou o curso superior de Desenho na Escola Superior Artística do Porto e em 1999 a licenciatura em Artes Plásticas - Pintura na Faculdade de Belas Artes do Porto, foi bolseira ERAMUS em Barcelona entre 1997 e 1998. Doutorou-se em Belas Artes na Faculdade de Belas Artes de Pontevedra da Universidade de Vigo em 2006, com a tese “As complexas relações entre a arte e a política na cultura ocidental. A arte política como contradição institucional”. Leccionou na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto entre 1999 e 2004 assim como na Escola Superior Artística do Porto (em acumulação). De 2004 a 2012 colaborou com a Escola Superior Artística do Porto – Guimarães, entre 2006 e 2012 esteve nesta instituição como Professora Coordenadora. Entre 9 de Setembro de 2007 e 31 de Março de 2015 exerceu como Professora Adjunta na Escola Superior Tecnologia do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave. Desde 1 de Abril de 2015 que é Professora Coordenadora do IPCA. Participa em seminários, workshops e conferências periodicamente, apresentando trabalhos de investigação no âmbito do Desenho, Design, Ilustração e Animação. As suas publicações são predominantemente das áreas do desenho, ilustração e animação e ainda da teoria e prática da arte contemporânea. Orienta Trabalhos de Doutoramento, Projectos e Dissertações de Mestrado desde que se doutorou contando com um conjunto de vários Trabalhos defendidos nas áreas do Desenho, Ilustração, Animação e Artes Plásticas; também desde 2006 que participa em júris de provas como arguente. Organiza, como Chair a Conferência Internacional em Ilustração e Animação do IPCA, sendo que a primeira edição se realizou em 2012. Contando já com 8 edições de sucesso, a CONFIA é reconhecida pelos pares como o evento mais relevante nas áreas da Ilustração e Animação. Como artista expõe e participa em eventos desde os anos noventa, estando representada em várias publicações relativas ao percurso artístico, assim como em várias colecções de arte contemporânea. Também vem participando em júris de vários festivais ou concursos nas áreas do Design, Animação, Ilustração e Artes Visuais.

Pedro Costa

Pedro Costa

Nascido em Lisboa em 1959, largou os seus estudos em História para assistir a aulas do poeta e realizador António Reis na Escola de Cinema. A sua primeira longa-metragem, O Sangue, teve a sua estreia mundial no Mostra di Venezia de 1989. Casa de Lava, o seu segundo filme, rodado em Cabo-Verde, foi exibido no Festival de Cannes. Os seus outros filmes incluem Ossos, No Quarto da Vanda e Juventude em Marcha, que compõem a trilogia das Fontaínhas. Realizou ainda Onde Jaz O Teu Sorriso?, acompanhando o trabalho de Danièle Huillet e Jean-Marie Straub e Ne Change Rien com a actriz Jeanne Balibar. Integrou a longa-metragem colectiva Centro Histórico, a par de Manoel de Oliveira, Aki Kaurismäki e Víctor Erice. O seu filme Cavalo Dinheiro conta com um assinalável percurso internacional, tendo recebido o prémio para Melhor Realização no Festival Internacional de Cinema de Locarno de 2014. Mais recentemente o filme Vitalina Varela venceu no Festival de LOCARNO, Leopardo de Ouro para Melhor Filme, o Leopardo de Prata para Melhor Atriz, para Vitalina Varela, a Menção Honrosa do Júri Ecuménico e o Prémio do Júri Independente Boccalino D'Oro para Melhor Atriz, para Vitalina Varela; no Festival LA ROCHE-SUR-YON, o Prémio do Júri para Melhor Filme; no Festival de CHICAGO, o Silver Hugo Jury Prize; no Festival MAR DEL PLATA Melhor Realização, para Pedro Costa, Melhor Actor, para Ventura e Melhor Fotografia, para Leonardo Simões; no Festival de GIJÓN, Prémio Principado de Astúrias para Melhor Filme e Melhor Fotografia, para Leonardo Simões; no Festival CAMINHOS DO CINEMA PORTUGUÊS. O Grande Prémio do Festival, Melhor Atriz, para Vitalina Varela e Melhor Fotografia, para Leonardo Simões. Venceu também o Prémio para o Melhor Filme, da Sociedade Portuguesa de Autores.

Pedro Sena Nunes

Pedro Sena Nunes

Realizador, programador cultural e professor na área da criação artística, cinema documental e cinema experimental. Realizou diversos filmes com apoio do ICA/RTP - documentários, ficções e spots publicitários. Desenvolveu projetos fotográficos de autor. Co-diretor artístico da Vo'Arte, co-fundador da Companhia Teatro Meridional, é consultor e coordenador de diversos projetos culturais nacionais e internacionais. Integrou as equipas dos projectos europeus Fragile, Unlimited e European Video Dance Heritage (EVDH). Co-dirige os Festivais Internacionais InShadow, InArt e InMotion nas áreas do cinema, fotografia, dança e performance, e é programador dos Olhares Frontais, projeto que integra os Encontros de Cinema de Viana, há 20 anos, onde coordena também o projecto Histórias da Praça. Colaborou no desenho do Festival Filmes do Homem, atual MDOC, onde é responsável pela Residência Plano Frontal. O seu projeto artístico centra-se cada vez mais numa prática com dimensão social através do cruzamento de todos com todos, intérpretes com multi-defiência e artistas profissionais. Há 27 anos que se dedica intensamente à área pedagógica, dirigindo laboratórios dedicados à experimentação e inovação, tanto documental, como ficcional. Leciona nas áreas de realização cinematográfica, narrativas transdisciplinares e relação da performance com as tecnologias na ESTAL, IPA, SOU e EscreverEscrever. No Mestrado de Cinema Documental da ESMAD (Porto) leciona há 12 anos e é coordenador pedagógico na ETIC há 18 anos, escola onde foi diretor criativo, e colaborou na implementação dos novos cursos HND certificados pela maior entidade educativa: Pearson. Orquestrador e encenador de diversos projetos teatrais, coreográficos e performativos, foi inúmeras vezes premiado pelos seus trabalhos cinematográficos, fotográficos e transdisciplinares em Portugal e no estrangeiro. Co-criou o projeto Geração Soma, apoiado pelo Programa PARTIS - Integração social através das práticas artísticas, da Fundação Calouste Gulbenkian. Atualmente é doutorando na Universidade de Lisboa (UL) em artes performativas e imagem em movimento, é também investigador do CLEPUL-GECAPA nas áreas experimentais de cruzamento entre corpo e imagem. Terminou o seu último filme "Quatro Estações e Outono" e prepara “Um mar de céu”.

Renato Amram Athias

Regina Pessoa

Licenciatura em Pintura pela Faculdade de Belas Artes do Porto, 1998. Coorientação de diversos workshops de Cinema de Animação, desde 1992. Em 1992 começa a trabalhar em animação:- Animadora no filme “Os Salteadores” de Abi Feijó, 92/93 - Animação e pesquisa gráfica para o filme “Fado Lusitano” de Abri Feijó, 94/95 - Animação em areia para o filme “Clandestino” de Abi Feijó, 2000 Em 1996 começa a realizar os seus próprios filmes de animação, obtém um grande reconhecimento e ganha inúmeros prémios, tornando-se uma referência incontornável da Animação Portuguesa. Todos os seus filmes fazem parte da lista de filmes do Plano Nacional de Cinema, e são estudados por crianças e jovens das escolas Portuguesas. Em 2016 torna-se “Senior Lecturer” na escola de Animação Alemã FILMAKADEMIE. Em 2018 torna-se membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.

Renato Amram Athias

Renato Amram Athias

Renato Athias é coordenador geral do Festival Internacional do Filme Etnográfico do Recife. Possui graduação em Filosofia pela Faculdade Dom Bosco de Filosofia Ciências e Letras (1975), mestrado em Etnologia - Universidade de Paris X, (Nanterre) (1982) com a dissertação sobre a Noção da Identidade Étnica na Antropologia Brasileira. Doutorou-se em Etnologia pela mesma Universidade (1995). Realizou estudos na área de mídia e televisão na Universidade de Southampton (Reino Unido). Atua como coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (NEPE) da UFPE e, é Professor Adjunto do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPE. Atualmente coordena o Laboratório de Antropologia Visual do Núcleo Imagem e Som & Ciências Humanas da UFPE.

Sandra Regina Chaves Nunes

Sandra Regina Chaves Nunes

Graduada em Letras pela Universidade de São Paulo, mestrado e doutorado em Comunicação e Semiótica: Literatura, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Pós-Doutorada em Teoria Literária pela Universidade Federal de Minas Gerais e em História Social pela Universidade de São Paulo. Pesquisadora do Diversitas/USP e Professora do Programa de Pós-Graduação em Humanidades, Direitos e outras Legitimidades, do Diversitas/USP. Professora de Literatura e Dramaturgia da Fundação Armando Álvares Penteado, e de Comunicação e Expressão da Fatec. Foi Vice-Coordenadora do Diversitas/Usp e Coordenadora do INOVA/FATEC. Coordenadora do Grupo de Estudos Arte, Cultura e Subjetividade. Pesquisadora dos Grupos de Pesquisa Jean Rouch e Redhart. Autora do Blog Reescrituras Rubianas, e do ensaio biográfico sobre Murilo Rubião, em www.murilorubiao.com.br. Autora do Blog História Fotografada, História (Com)Partilhada.

Susana Sousa Dias

Susana Sousa Dias

É doutorada em Belas-Artes, Audiovisuais (FBA-UL) e mestre em Estética e Filosofia da Arte (FL-UL). Estudou cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema. Os seus filmes têm sido exibidos internacionalmente em contexto artístico e cinematográfico. Recebeu vários prémios, entre os quais o Grand Prix Cinéma du Réel e o Prémio FIPRESCI pelo seu filme 48. Foi co-Directora do Doclisboa em 2012 e 2013 abrindo novas secções como Cinema de Urgência.

Tânia Dinis

Tânia Dinis

Tânia Dinis,1983. Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas FBAUP, 2015. O trabalho atravessa diversas perspectivas e campos artísticos, fotografia, performance, cinema e o da estética relacional, partindo de imagens de arquivo de família a outros registos de imagem real. Curta metragem Não são favas, são feijocas 2013, premiada em vários festivais de cinema. Arco da Velha 2015, Laura 2017 prémio de melhor curta-metragem no Arquivo em Cartaz - Festival Internacional de Cinema de Arquivo e Armindo e a Câmara Escura. Realizadora escolhida SANGUE NOVO 22º Festival de cinema Luso Brasileiro de Santa Maria da Feira, 2019. Linha de Montagem, co-criação com Pedro Bastos, Sara Costa - Arquivo do Teatro Oficina-CIAJG–Guimarães, BASTIDORES, arquivo fotográfico do Teatro Rivoli para o 87º Aniversário. Artista selecionada para ARTISTA NO CENTRO 2019/2020 pela Oficina – Guimarães. Foi uma das vencedoras do Open Call dos Laboratórios de verão na GNRation com a instalação audiovisual – sobrepostos.