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Filmes

ALL INCLUSIVE


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR CURTA OU MÉDIA-METRAGEM INTERNACIONAL
all inclusive

Corina Schwingruber Ilić | Suiça, 2018, 10'

Sob o encanto do entretenimento de massas em alto mar.

  • Imagem: Nikola Ilić
  • Som: Robert Büchel
  • Montagem: Corina Schwingruber Ilić
  • Produção: Stella Händler
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Corina Schwingruber
Corina Schwingruber Ilić
Nascida em 1981. Vive e trabalha em Lucerna (Suíça) e Belgrado (Sérvia). Em 2004/06 frequenta a Universidade de Belas Artes de Basel e a Academia de Belas Artes de Belgrado. Em 2006/09 a Universidade de Arte e Design Lucerne, no departamento de vídeo. Desde 2010, trabalha como realizadora e editora. Em 2017 funda a PRO SHORT (Short Film Association Switzerland).
  • Filmografia
  • 2018 - ALL INCLUSIVE, HD, 10’
  • 2017 - INS HOLZ / IN THE WOODS, HD, 10’ 48'' (Co-Director: Thomas Horat)
  • 2015 - JUST ANOTHER DAY IN EGYPT, HD, 10’ 48'' (Co-Director: Nikola Ilić)
  • 2013 - KOD ĆOŠKA / DOWN ON THE CORNER, HD, 15’ 20'' (Co-Director: Nikola Ilić)
  • 2011 - BAGGERN / TONS OF PASSION, HD, 12’ 30''

AROUND THE BED OF A DYING COLLABORATOR


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
around the bed of a dying collaborator

Tal Michael, David Ofek | Israel, 2018, 51'

Unes fica paralisado depois de um acidente vascular cerebral. Deitado na cama da sala de estar da família, assiste à transmissão de imagens do mundo exterior, através das câmaras de segurança instaladas no perímetro de sua casa. Vergonha e culpa, é assim que a Unes resume as décadas de colaboração com as forças de segurança israelitas na compra de terras aos palestinianos.

  • Imagem: Tulik Galon
  • Som: Elad Goldberg, Tomer Blayer, Yaniv Levy
  • Montagem: Ido Bahat
  • Produção: Ronnie Manor
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Tal Michael
Tal Michael
Tal Michael, nascida em 1974, é realizadora de cinema e televisão, e editora de conteúdos. Tem o curso do Departamento de Cinema e Televisão, da Universidade de Tel Aviv, e doutoramento em Literatura Comparada. Filmografia selecionada: "Who's Afraid of Mordechai Vanunu?", and "Israel is not waiting..." sobre o assassinato do Primeiro Ministro Israelita Itzhak Rabin, "Pitbulls: Flesh & Blood".

David Ofek
David Ofek
Nascido em Ramat Gan, David Ofek formou-se na Escola de Cinema Sam Spiegel de Jerusalém em 1992. O seu documentário de final de curso, “High-Tech Dreams”, ganhou o prémio de melhor curta-metragem do Festival de Cinema de Jerusalém em 1994. A curta-metragem Home (argumento de Yossi Madmoni) venceu o primeiro prémio no Festival de Cinema de Jerusalém em 199e e dezenas de prémios internacionais. David Ofek é um dos principais e produtivos produtores de documentários e séries de televisão de Israel. O seu palmarés de prémios inclui (com Yossi Madmoni e individualmente): Bat Yam - Nova York (Prêmio Melhor Série de TV da Academia Israelita) Número 17 (Prémio da Academia Israelita para Melhor Documentário, Melhor Filme - Festival DocAviv) ; a mini-série de televisão Melanoma My Love (Prémio da Academia Israelita para Melhor Drama), The Ulpan (Prêmio do Documentário Israelita - Melhor Realização), Minimum Wage (Prémio da Academia Israelita Melhor Série Dramática e Prémio Melhor Realização), House Call ( IDFA 2016).

BY THE NAME OF TANIA


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
by the name of tania

Mary Jimenez, Bénédicte Liénard | Bélgica, 2019, 85'

Tirada de seu lar com a falsa promessa de prestígio e dinheiro, a jovem Tania foi forçada a prostituir-se no interior do Perú, até progressivamente perder quase todos os seus traços de identidade. A situação terrível e o tempo não apagaram algumas das suas memórias.

  • Imagem: Virginie Surdej
  • Som: David Vranken
  • Montagem: Marie-Hélèe Dozo
  • Produção: Hanne Phlypo
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Mary Jimenez
Mary Jimenez
Natural do Perú. Primeiramente estudou estudou arquitetura em Lima antes de frequentar a escola de cinema Institut National Supérieur des Arts du Spectacle et des Techniques de Diffusion (INSAS) na Bélgica. Lecionou realização de cinema em Bruxelas, Cuba e Suíça e é atualmente responsável pelo laboratório de produção de filmes da Sound Image Culture (SIC) em Bruxelas, onde dá conselhos e apoio aos cineastas que realizam seus projetos. Os seus filmes foram exibidos em vários festivais internacionais, incluindo o Fórum Berlinale, que exibiu seu filme Du verbe aimer em 1985.
  • Filmografia
  • 1985 - DU VERBE AIMER
  • 2006 - LA POSITION DU LION COUCHÉ
  • 2009 - LE DICTIONNAIRE SELON MARCUS
  • 2012 - HÉROS SANS VISAGE
  • 2019 - BY THE NAME OF TANIA

Bénédicte Liénard
Bénédicte Liénard
Estudou realização de cinema no Institut des Arts de Difusion (IAD) em Louvain-la-Neuve, Bélgica. O seu primeiro filme , Une part du ciel, foi selecionado para Un Certain Regard do Festival de Cannes e exibido nos festivais de Toronto, San Sebastian e Nova York. Professora no IAD e Artista Residente na Université Catholique de Louvain. O filme By the name of Tania é o seu terceiro filme co-realizado com Mary Jiménez.
  • Filmografia
  • 2002 - UNE PART DU CIEL
  • 2013 - D'ARBRES ET DE CHARBON - documentary (Sobre las brasas - documentary)
  • 2015 - LE CHANT DES HOMMES
  • 2019 - BY THE NAME OF TANIA - documentary

CAMPO


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
MELHOR DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS
campo

Tiago Hespanha | Portugal, 2019, 100'

A palavra ‘campo’ vem do latim capere (capturar). Na Antiguidade, nos arredores de Roma ficava o ‘Campo de Marte’, o terreno onde se treinavam os soldados. Hoje, nos arredores de Lisboa, fica a maior base militar da Europa. Neste campo, militares treinam missões fictícias, enquanto astrónomos observam estrelas e um rapaz toca piano para veados selvagens que espreitam à noite. Aqui vi a vida manifestar-se nas suas dimensões mais contraditórias e misteriosas. CAMPO reflete sobre a natureza das coisas, físicas e humanas, transcendentes e mundanas, que aqui se confundem e completam.

  • Imagem: Tiago Hespanha, Rui Xavier, Luisa Homem, Cláudia Varejão, Paulo Menezes, João Vladimiro, Vasco Viana
  • Som: Eva Valiño, Adriana Bolito, Giorgio Gristina, Tiago Melo Bento, Diogo Allen, Tiago Raposinho, Rafael Cardoso, Gonçalo Mota
  • Montagem: Francisco Moreira, Tiago Hespanha
  • Produção: Joana Bravo, João Gusmão
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Tiago Hespanha
Tiago Hespanha
Licenciou-se em arquitectura em 2004. Em 2012 completou o Master en Documental de Creación da Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona, Espanha. É sócio da produtora de cinema TERRATREME FILMES desde 2008. Em 2006 foi aluno do Curso de Realização de Documentários dos Ateliers Varan, produzido pela Fundação Calouste Gulbenkian. Desde esse momento tem trabalhado em cinema como realizador e colaborado com vários criadores em diferentes áreas. Em 2009 trabalhou na equipa permanente dos Ateliers Varan, em Paris, e em 2010/2011. Desde 2012 é professor no programa internacional de mestrado em documentário DOCNOMADS - European Documentary Master Course.
Realizou os filmes: Revolução Industrial, co-realizado com Frederico Lobo (2014 - Estreia Mundial no Visions du Réel, Nyon, Suiça), Visita Guiada (2009 - Prémio do Público no Festival Internacional de Cinema Indielisboa, editado em dvd pela TERRATREME), O Presente que Veio de Longe (2008 – Integra a Coleção “Tão Perto, Tão Longe” editada em dvd pela Fundação Calouste Gulbenkian), Despolido I e Despolido II (2007 – Prémio do Festival de Microfilmes de Lisboa), Andar Modelo (2007), Quinta da Curraleira (2006 – Prémio PrimeirOlhar, Encontros de Cinema e Vídeo de Viana do Castelo).

CHINESE DREAM


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR CURTA OU MÉDIA-METRAGEM INTERNACIONAL
chinese dream

Lena Karbe, Tristan Coloma | Alemanha, 2018, 24'

Documentário episódico registado num ambiente africano em Guangzhou, China. Pela primeira vez na sua história, a China torna-se um destino de emigração. Atualmente vivem permanentemente neste país mais de 300.000 africanos. Os protagonistas do filme são chineses que interagem diariamente com os africanos. Chinese Dream mostra como a sociedade chinesa enfrenta o desafio da imigração vinda da África.

  • Imagem: Li Dong, Sura Tian Wei
  • Som: Kyle Chen
  • Montagem: Karuna A. Fuchs
  • Produção: Lena Karbe
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Lena Karbe
Lena Karbe
Estudou cinema na École Normale Supérieure, Universidade de Oxford e Universidade de Cinema e Televisão de Munique. Fundou a sua própria produtora Karbe Film, especializada em em documentários e coproduções internacionais. É curadora do Festival de Cinema Chinês de Munique.
  • Filmografia
  • 2019 - CHINESE DREAM (short documentary, 24 min, Germany, Director, Producer, ZDF, Arte, a co-production of Karbe Film GmbH and Tellux next GmbH)
  • 2017 - OUT OF LOVE (feature episodic documentary, 100 min, Germany, South Korea, India, Singapur, Vietnam, Director, Producer of the 1 Episode, EBS South Korea)
  • 2017 - TOUCH OF CLASS (short fiction, Germany, Director, Producer, Hochschule für Fernsehen und Film München)

Tristan Coloma
Tristan Coloma
Tristan Coloma é editor chefe da Lettre de l'Océan Indien. Trabalhou como jornalista para os jornais Le Monde diplomatique e Le Monde. Atualmente realiza reportagens sobre a África Subsaariana. Autor de várias publicações universitárias sobre as conexões entre África, China e Índia para a Europa (França, Holanda, Grã-Bretanha). Estudou cinema antes de prosseguir os seus estudos de ciência e filosofia e co-escreveu e co-dirigiu vários curtas-metragens. O trabalho no projeto BLACK CHINA começou a partir de uma reportagem que ele escreveu para o Le Monde Diplomatique sobre a presença africana em Guangzhou.
  • Filmografia
  • 2019 - CHINESE DREAM (short documentary, 24 min, Germany, Co-Director, ZDF, Arte, a co-production of Karbe Film GmbH and Tellux next GmbH)

CHRIS THE SWISS


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
chris the swiss

Anja Kofmel | Suiça / Croácia / Finlândia / Alemanha, 2018, 90'

Como rapariga Anja Kofmel já admirava o seu primo Chris. A sua misteriosa morte no meio das guerras na Jugoslávia em 1992, ainda a mantém curiosa. Sobretudo como o jovem jornalista suíço usava o uniforme de um grupo mercenário internacional no momento da sua morte. O que aconteceu?

  • Imagem: Simon Guy Fässler
  • Som: Markus Krohn
  • Montagem: Stefan Kälin
  • Produção: Dschoint Ventschr Filmproduktion AG, Nukleus Film, MA.JA.DE. Filmproduktion, IV Films
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Anja Kofmel
Anja Kofmel
Anja Kofmel nasceu na Suíça em 1982. Depois dos seus estudos na Universidade de Artes de Zurique (ZHdK), estudou animação na Escola de Design e Arte de Lucerna (HSLU). Em 2008, o seu aclamado filme, Chrigi, tratou do mesmo assunto que o seu recém-terminado anima-doc Chris the Swiss.

DECLIVE


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR CURTA OU MÉDIA-METRAGEM INTERNACIONAL
MELHOR DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS
declive

Eduardo Brito | Portugal, 2018, 7'

Depois, uma casa vai parecer esperar-te: como num declive, esta é uma história inclinada sobre a memória dos lugares e das coisas, sobre regressos e recomeços.

  • Imagem: Eduardo Brito
  • Som: Pedro Marinho, Vasco Carvalho
  • Montagem: Eduardo Brito, Luís Costa
  • Produção: Rodrigo Areias - BANDO À PARTE
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Eduardo Brito
Eduardo Brito
Eduardo Brito trabalha em museologia, cinema e fotografia. Tem o Mestrado em Estudos Artísticos, Museológicos e Curadoriais pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, com a tese Claro Obscuro – Em Torno das Representações do Museu no Cinema. Pertence ao Núcleo de Arte e Intermedia do I2ADS da FBAUP. Foi coordenador do Reimaginar Guimarães, projeto de arquivo, curadoria e edição de espólios fotográficos desenvolvido na Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura. Entre a escrita, a fotografia e o cinema, os seus trabalhos têm explorado os temas verdade-ficção-memória, bem como a relação texto-imagem: assim com o livro As Orcadianas (Grisu, 2014) e com as séries fotográficas 5 p.m. Hotel de la Gloria (com Rui Hermenegildo, 2015), Revisão e Un Samedi Sur Terre (2017). Escreveu o argumento dos filmes O Facínora (Paulo Abreu, 2012), A Glória de Fazer Cinema em Portugal (Manuel Mozos, 2015) e O Homem Eterno (Luís Costa, 2017). Realizou a curta metragem Penúmbria (2016).
  • Filmografia
  • 2013 - LINHA
  • 2016 - PENÚMBRIA

FORDLANDIA MALAISE


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR CURTA OU MÉDIA-METRAGEM INTERNACIONAL
MELHOR DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS
fordlandiamalaise

Susana Sousa Dias | Portugal, 2019, 40'

Filme sobre o presente e a memória de Fordlândia, uma company town fundada por Henry Ford na floresta amazónica em 1928, para escapar ao monopólio britânico da borracha. Hoje, o que permanece das construções atesta a escala do fracasso deste empreendimento neo-colonialista que durou menos de uma década. Actualmente, a Fordlândia é um espaço suspenso; suspenso entre tempos (séculos XX e XXI), entre utopia e distopia, entre visibilidade e invisibilidade: construções arquitetónicas de aço, vidro e alvenaria ainda permanecem em uso enquanto vestígios da vida autóctone não deixaram qualquer marca no solo. Embora Fordlândia seja conhecida devido ao curto período Fordiano, não se pode esquecer a história anterior e posterior a estes anos. Dando voz aos habitantes que, rejeitando o rótulo de cidade-fantasma, reclamam o direito de escrever a sua própria história, Fordlandia Malaise combina imagens de arquivo, filmagens de drone, testemunhos, contos e narrativas, mitos e canções.

  • Imagem: Susana de Sousa Dias
  • Som: Susana de Sousa Dias
  • Montagem: Susana de Sousa Dias
  • Produção: Ansgar Schaefer
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Susana Sousa Dias
Susana Sousa Dias
Susana de Sousa Dias é doutorada em Belas-Artes, Audiovisuais (FBA-UL) e mestre em Estética e Filosofia da Arte (FL-UL). Estudou cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema. Os seus filmes têm sido exibidos internacionalmente em contexto artístico e cinematográfico: Berlinale, Documenta (14), Viennale, BAFICI, Sarajevo IFF, Visions du Réel, Berkeley Art Museum & Pacific Film Archive, Harvard Film Archive, Arsenal Institut für Film und Videokunst, Museum of Contemporary Art of Ceará, Centre Pompidou, ICA London, La Colonie, Paris, MNAA, MNAC, etc. Recebeu vários prémios, entre os quais o Grand Prix Cinéma du Réel e o Prémio FIPRESCI pelo seu filme 48. Foi co-Directora do Doclisboa em 2012 e 2013 abrindo novas secções como Cinema de Urgência, Verdes Anos e Passagens (documentário & arte contemporânea). Lecciona na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
  • Filmografia
  • 2019 - Fordlandia Malaise (41 min)
  • 2017 - Luz Obscura (76 min)
  • 2010 - Natureza Morta | Stilleben (3 screens, 33 min)
  • 2009 - 48 (93 min)
  • 2005 - Natureza Morta, Visages d’une dictature (72 min)

HÁLITO AZUL
Blue Breath


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
MELHOR DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS
halito azul

Rodrigo Areias | Portugal / Finlândia / França, 2018, 75'

Esmagada contra o oceano pela encosta de um vulcão, a vila piscatória da Ribeira Quente na ilha de S. Miguel nos Açores vive os últimos dias de uma atividade piscatória tal como a conhecemos. A vida continua mesmo com o peixe a escassear enquanto todos lutam por dias normais.

  • Imagem: Jorge Quintela
  • Som: Pedro Marinho, Sérgio Silva
  • Montagem: Ricardo Freitas, Pedro Bernardino, Timo Peltola
  • Produção: Rodrigo Areias - BANDO À PARTE
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Rodrigo Areias
Rodrigo Areias
Começou a sua vida profissional como músico e editor de música na editora Garagem, no cinema foi diretor de som de realizadores como Paulo Rocha ou Edgar Pêra. Licenciou-se em Som e Imagem na Escola das Artes com a especialização em Imagem. Fez também uma especialização em realização na Tisch School of Arts na Universidade de Nova Iorque e os programas de produção Eurodoc e Biennalle College de Veneza. Tem desenvolvido ao longo da sua carreira, trabalhos criativos na área de cinema de autor em ficção e documentário, alternando com outros trabalhos em domínios de videoarte e vídeo clips. Como produtor começou a sua carreira em 2001 e desde então produziu e co-produziu mais de 150 curtas, longas, vídeos e documentários. Produziu autores de renome como Edgar Pêra, João Canijo e F. J. Ossang, bem como jovens realizadores como André Gil Mata, João Rodrigues e Jorge Quintela e internacionais como Gabe Klinger, Teddy Williams e Oliver Laxe. Tem co-produzido com o Brasil, Reino Unido, França, Alemanha, Japão, E.U.A., Argentina, Finlândia... Venceu um Leão de Ouro para melhor documentário no Festival de Veneza e um Leopardo de Ouro no Festival de Locarno. As suas produções têm estreado nos maiores festivais de cinema do mundo como Cannes, Berlim, Veneza, Roterdão, Clermont Ferrand, Hannecy entre muitos outros. Através do estúdio de animação tem produzido várias curtas multipremiadas de autores como David Doutel, Vasco Sá ou Laura Gonçalves e Alexandra Ramires. Como realizador, entre vários filmes destaca-se Estrada de Palha (premiação internacional classe A) e Corrente com os quais esteve representado em mais de cinquenta festivais internacionais e foi galardoado com múltiplos prémios. Estreou recentemente a sua terceira longa-metragem de ficção Ornamento & Crime e a sua última longa Documental Hálito Azul estreou na competição First Look do festival de Locarno. Foi responsável pela produção de cinema de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura onde produziu filmes de realizadores como Jean-Luc Godard, Aki Kaurismaki, Peter Greenaway, Manoel de Oliveira, Victor Erice, entre muitos outros.
  • Filmografia
  • 2018 - Hálito Azul (Blue Breath) – Documentário - 75'
  • 2018 - Pixel Frio (Cold Pixel) – curta-metragem ficção - 15'
  • 2016 - Ornamento & Crime (Ornament & Crime) – Longa-metragem ficção - 90'
  • 2015 - O Guardador (The Keeper) – curta-metragem ficção - 15'
  • 2014 - Cinema – Curta-metragem ficção - 9'- 35mm
  • 2013 - 1960 – Documentário -70'- super 8mm
  • 2012 - Estrada de Palha (Hay Road) – longa-metragem de ficção
  • 2012 - Domesticada(Tamed) – curta-metragem ficção co-realizada com Paulo Furtado
  • 2010 - Golias – curta-metragem documental -10'- Super 8mm
  • 2008 - Corrente (Flow) – curta-metragem ficção -16'- 35 mm
  • 2008 - Tebas- longa-metragem ficção - 75'
  • 2007 - D. Afonso Henriques- O Conquistador – Documentário televisivo - 50'
  • 2004 - Tempo Suspenso – curta-metragem experimental - 9'

HAMADA


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
hamada

Eloy Domínguez Serén | Suécia / Noruega / Alemanha, 2019, 88'

Com vitalidade, humor e situações inesperadas, este filme retrata um grupo de jovens amigos incomum que vivem num campo de refugiados no meio do deserto do Saara.

  • Imagem: Eloy Domínguez Serén
  • Som: Ted Krotkiewski
  • Montagem: Ana Pfaff, Eloy Domínguez Serén
  • Produção: Michael Krotkiewski, David Herdies
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Eloy Domínguez Serén
Eloy Domínguez Serén
Eloy Domínguez Serén nasceu em 1985 em Simes (Galiza). Estudou em Salamanca, Milão e Barcelona, onde se formou em 2010. Antes de estrear como realizador, trabalhou como crítico de cinema para rádio e imprensa, tornando-se membro do Júri Jovem na 67ª Bienal de Veneza em 2010. Em 2012 mudou-se para a Suécia, onde realizou a sua curta-metragem PETTRING. Em 2014 lançou dois novos projetos, a curta-metragem I DEN NYA HIMLEN e a longa-metragem JET LAG (programado no FID Marseille, Doc's Kingdom, Museu da Imagem em Movimento de Nova Iorque e Etats Généraux de Lussas, entre outros). O seu filme NO COW ON THE ICE foi estreado em 2015 no Visions du Réel e premiado em Toulouse, Filmadrid, Play-Doc, L'Alternativa ou Márgenes. Os seus dois trabalhos mais recentes, as curtas-metragens YELLOW BRICK ROAD e RUST, foram estreadas no Jihlava IDFF e no FID Marselha, respetivamente. Em 2017, o seu novo projeto HAMADA foi selecionado na Estação Doc da Berlinale e ganhou dois prêmios no Doc Outlook of Visions du Réel. Atualmente realiza o filme THE DARKER IT GETS, uma produção sueca filmada no Círculo Polar Ártico.
  • Filmografia
  • 2018 - Hamada, 89 min
  • 2016 - Rust, 14 min
  • 2015 – Den gula tegelvägen (Yellow brick road), 14 min
  • 2015 – Ingen ko på isen (No cow on the ice), 63 min
  • 2014 - Jet Lag, 52 min
  • 2014 - I den nya himlen (No novo céio), 6 min
  • 2013 – Pettring, 20 min

L'AVENIR DU PASSÉ, PIERRE ET YOLAND PERRAULT


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
l'avenir du passe

Mina Rad | França, 2019, 61'

O que faz um iraniano em Île-aux-Coudres a mais de 14 mil quilómetros da sua terra natal? A resposta a esta questão é a história deste filme, um encontro da realizadora com um dos pilares do cinema documental, Pierre Perrault.

  • Imagem: Mina Rad
  • Som: Caroline Desbiens, Vincent Hamel
  • Montagem: Mina Rad
  • Produção: Mina Rad
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Mina Rad
Mina Rad
Mina Rad é diplomada em Comunicação e História pela Universidade de Paris. Foi jornalista internacional, apresentadora de rádio e televisão e repórter cultural. Desde 2012 é realizadora de documentários, após ter frequentado os Ateliers Varan. Em 2017, realizou o seu décimo filme “Jean Rouch, Regards Persans”. Desde 2013, é fundadora e presidente da APRESVARAN, associação de ex-alunos dos Ateliers Varan. É co-diretora do APRESVARAN Documentary Film Festival. Coordena também o Festival de Cinema Feminino para o Dia da Mulher. Francesa de origem iraniana, viveu e trabalhou na Europa e em diferentes partes do mundo: EUA, América Central e Ásia.

LA FLACA
The Bony Lady


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR CURTA OU MÉDIA-METRAGEM INTERNACIONAL
la flaca

Thiago Zanato, Adriana Barbosa | EUA, 2018, 20'

Um filme sobre Arely Vazquez, uma mulher transgênero e líder do culto Santa Muerte (Queen Death) em Queens, Nova York. Durante a celebração anual para a Bony Lady ("La Flaca", como ela gosta de chamá-la), Arely enfrenta muitos desafios para cumprir e uma promessa que fez há dez anos.

  • Imagem: Jano Mejia
  • Som: Mike Wolk Snyder, Lindsey Cordero
  • Montagem: Rodrigo Carneiro
  • Produção: Sebastián Aguirre
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Thiago Zanato
Thiago Zanato
Thiago Zanato (1979), é um realizador brasileiro-americano que divide o seu tempo entre os EUA e o Brasil. O seu percurso inicial no cinema deu-se como diretor criativo de projetos como "I'm Here", dirigido por Spike Jonze e "NY-Z", apresentando Jay-Z e realizado por Danny Clinch. Em 2012 fundou sua própria produtora - Black Magic Films. Trabalhou em filmes como "Bite" (Brasil, 2016) e "Madrigal por um Poeta Vivo" (Brasil, 2018), ambos realizados por Adriana Barbosa e Bruno Mello Castanho. Em 2018, co-realizou a curta-metragem "La Flaca". Atualmente realiza o seu primeiro documentário de longa metragem, "Esu e o Universo", sobre um deus africano trazido para as Américas pelo povo iorubá escravizado.

Adriana Barbosa
Adriana Barbosa
Adriana Barbosa (1987), é uma realizadora mexicano-brasileira sediada em São Paulo, Brasil. Faz parte do Film Collective Cinefusão desde 2009, onde participou no argumento e direção de arte para as curtas-metragens "Wax" (2009) e "String Quintet" (2010). Entre 2015 e 2016, produziu a longa-metragem "Jovem e Miserável" e "Um filme de cinema", ambos realizados por Thiago B. Mendonça. Em 2016, realizou também a curta- metragem "Ferroada", selecionada para o Festival de Cinema Documentário Off Cinema, na Polónia, Curtas de Bucareste, Festival de Cinema Experimental Diametrale, entre outros. Em 2018 co-realiza com Thiago Zanato a curta-metragem "La Flaca". Também em 2018 estreia seu primeiro documentário "Madrigal para um poeta vivo" (2018) no concurso oficial da 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes e continua a sua pesquisa para um documentário sobre as tradições regionais mexicanas relacionadas a morte.

WIR TRÄUMTEN VOM FRÜHLING
MY RUSSIAN SPRING


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
my russian spring

Xenia Sigalova | Alemanha, 2018, 79'

Após o colapso da União Soviética, os pais da realizadora Xenia Sigalova fugiram com ela para a Alemanha. 20 anos depois, ela regressa à sua terra natal à procura dos seus antigos três melhores amigos. Roman, Vladimir e Alexander cresceram na União Soviética e tiveram que encontrar seu caminho na "nova" Rússia de Putin. Nesta procura Xenia retrata uma perspetiva da "Geração Perestroika" e da atual Rússia.

  • Imagem: Alexander Costea
  • Som: Alexander Costea
  • Montagem: Miriam Märk
  • Produção: Alexander Krötsch, Felix Kempter
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Xenia Sigalova
Xenia Sigalova
Xenia Sigalova nasceu em 1980 em Voronezh, Rússia. Estudou design gráfico na Faculdade de Arte em Voronezh, antes de migrar para a Alemanha com seus pais. Fez vários estágios em empresas produtoras de cinema e televisão em Munique. Posteriormente estudou cinema documentário na Universidade de Televisão e Cinema de Munique. Durante os seus estudos realizou vários documentários curtos e de longa metragem, como “O oposto do trabalho” (2009) e “Orquestra Vazia” (2016). Ambos tiveram a sua estreia no Festival Internacional de Documentário de Munique (Best.Doks).
  • Filmografia
  • 2018 - Wir Träumten Vom Frühling (My Russian Spring, 78 min, documentary, graduation project, HFF München)
  • 2016 - Leeres Orchester (Empty Orchestra, 45 min, documentary, HFF München)
  • 2009 - Das Gegenteil Von Arbeit (The Opposite of Work, 68 min, documentary, HFF München)
  • 2006 - Russischer Standard (Russian Standard, 14 min, documentary)

O LABIRINTO DA SAUDADE
Saudade's Labyrinth - A Mythic Psychoanalysis Of The Portuguese Destiny


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
MELHOR DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS
labirinto da saudade

Miguel Gonçalves Mendes | Portugal, 2018, 65'

Miguel Gonçalves Mendes adapta ao cinema uma das obras mais lúcidas da cultura portuguesa - "O Labirinto da Saudade" de Eduardo Lourenço - numa viagem única pelo interior de uma mente brilhante. Aos 94 anos, o escritor e filósofo Eduardo Lourenço projeta pelos espaços da sua memória as perguntas que até hoje nele perduram. Que traumas nos definiram enquanto povo? Quem somos? O que fizemos? Que atrocidades cometemos? Quais os caminhos que podemos seguir? Estas questões são o ponto de partida para O Labirinto da Saudade, um filme sobre uma "nação condenada desde a sua origem a esgotar-se em sonhos maiores do que ela própria", mas também a celebração da vida e obra de um dos maiores autores da cultura Portuguesa.

  • Imagem: Leandro Fuzeta
  • Som: Ricardo Sequeira
  • Montagem: António Tainha
  • Produção: Vasco Sequeira
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Miguel Gonçalves Mendes
Miguel Gonçalves Mendes
Realizador, Argumentista e Produtor. Licenciado em Cinema pela Escola Superior de Teatro e Cinema, frequentou também os cursos de Relações Internacionais (Universidade Técnica de Lisboa), História – variante Arqueologia (Universidade Nova de Lisboa). Em 2002 fundou a JumpCut, produtora de teatro e cinema. O seu trabalho, José e Pilar, motivou um movimento popular único em Portugal, quando o blogue de cinema português "Split Screen" iniciou uma petição pedindo para que o Instituto do Cinema e Audiovisual português considerasse este como o candidato oficial português ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro 2012. Este gesto gerou um debate único em redor do cinema português, tendo feito cumprir o seu objetivo. Nesse ano, aos 33 anos de idade, Miguel Gonçalves Mendes foi o mais jovem realizador entre os candidatos à categoria de Melhor Filme Estrangeiro nos Óscares 2012. Entre os principais prémios recebidos destacam-se os de "Migliore Opera Portoghese sez Cultura Tradizioni d'Europa" no Prémio Europeo "Massimo Troisi" 2003 (Itália), Prémio Jovem Realizador no Festival Ovarvídeo 2003 e Prémio Melhor Documentário no FEST 2003 por Dona Nieves; Melhor Documentário Português no DocLisboa 2004 e o Grande Prémio Lusofonia no FamaFest 2005 por Autografia; Prémio do Público na Mostra de São Paulo 2010 (Brasil) e na mostra Visões Sul 2010 (Portimão, Portugal). A sua filmografia foi ainda alvo de uma retrospetiva integral no Festival de Cinema Luso-Brasileiro 2010 (Santa Maria da Feira, Portugal).
  • Filmografia
  • 2004 - Autografia
  • 2005 - Floripes
  • 2007 - Curso de Silêncio
  • 2010 - José e Pilar
  • 2013 - Nada Tenho de Meu
  • 2018 - O Labirinto da Saudade

O MAR ENROLA NA AREIA
The Hissing Of Summer Sands


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR CURTA OU MÉDIA-METRAGEM INTERNACIONAL
MELHOR DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS
o mar enrola na areia

Catarina Mourão | Portugal, 2019, 15'

“O Homem do apito" era um personagem que vagueava as praias portuguesas durante o Estado Novo, e que vivia da caridade dos banhistas. De barbas brancas e fato preto ou branco atraía crianças com o seu apito ao pescoço e contava-lhes histórias. A partir de vários filmes de família construí um retrato ficcional deste personagem misterioso e através dele quis explorar o espaço sensorial da praia.

  • Imagem: Paulo Menezes
  • Som: Armanda Carvalho, Tiago Matos
  • Montagem: Pedro Mateus Duarte
  • Produção: Laranja Azul
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Catarina Mourão
Catarina Mourão
Estudou Música, Direito e Cinema (MA Brisol University). Em 1998 foi uma das fundadoras da Apordoc, Associação pelo Documentário e começou a dar aulas de Cinema e Documentário em 2000. No mesmo ano, com a realizadora Catarina Alves Costa fundou a Laranja Azul, uma produtora independente de Documentário e Artes Visuais.
  • Filmografia
  • 2019 - O Mar Enrola na Areia (The Hissing Of Summer Sands) (curta)
  • 2015 - A Toca do Lobo (The Wolf's Lair)
  • 2010 - Pelas Sombras (Through Shadows)
  • 2009 - Mãe e Filha (Mother and Daughter) (curta)
  • 2006 - À Flor da Pele (On Edge)
  • 2006 - A Minha Aldeia Já Não Mora Aqui (My Village Doesn’t Live Here Anymore)
  • 2004 - Malmequer, O Diário de uma Encomenda (Love Me, Love Me Not)
  • 2002 - Desassossego (Restless)
  • 2001 - Próxima Paragem (Next Stop) (curta)
  • 1998 - A Dama de Chandor (The Lady of Chandor)
  • 1997 - Fora de Água (Out of Water) (curta)
  • 1996 - Porto (The Port) (curta)
  • 1994 - Mecca Before I Die (curta)

PEOPLE OF THE WASTELAND


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR CURTA OU MÉDIA-METRAGEM INTERNACIONAL
people of the wasteland

Heba Khaled | República Árabe Síria, 2018, 21'

People of the Wasteland é uma curta-metragem experimental, sob um ponto de vista na primeira pessoa que descreve os confrontos na linha de frente da guerra na Síria. No caos da guerra, as linhas entre o certo e o errado ficam difusas. Filmado com uma Go-Pro num território onde a paisagem e as pessoas são efémeras e somente a imagem de um certo momento pode permanecer eterna.

  • Imagem: Ahmad Nasser
  • Som: Ansgar Frerich
  • Montagem: Alex Bakri
  • Produção: Talal Derki
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Heba Khaled
Heba Khaled
Heba Khaled nasceu em Damasco em 1986 e estudou Literatura Árabe na Universidade de Damasco. Trabalhou como comentarista de rádio e como freelancer para a CNN, Al Arabiya e Reuters em Damasco e Beirute entre 2011 e 2013. Em 2014, começou a registar imagens para a sua primeira curta-metragem People of the Wasteland. No mesmo ano, muda-se para Berlim, onde trabalhou com o realizador Talal Derki na realização do seu filme De Pais e Filhos - vencedor no Festival de Cinema de Sundance e foi Prémio do Grande Júri do Cinema Mundial em 2018.
  • Filmografia
  • 2018 - People From The Wasteland (21:10 min, experimental documentary, Germany/Syria)

QUATRO ESTAÇÕES E OUTONO
Four Seasons And Autumn


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
MELHOR DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS
quatro estações e outono

Pedro Sena Nunes | Portugal, 2018, 90'

Um realizador segue o rasto outonal das folhas que voaram dos ramos. Uma rapariga constrói outonos deambulando num labirinto de folhas. Um homem persiste em regar o lugar que a árvore deixou existente. Uma mulher que viveu aquele outono. Todos num espaço chamado Jorge Listopad.

  • Imagem: Nuno Madeira
  • Som: Nuno Rua
  • Montagem: João Coroa Justino
  • Produção: Rodrigo Areias - BANDO À PARTE
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Pedro Sena Nunes
Pedro Sena Nunes
Nasceu em Lisboa. Realizador de cinema, programador cultural e professor nos campos da criação artística, documental e experimental, Pedro Sena Nunes dirigiu vários projetos - documentários, filmes de ficção e comerciais - com o apoio da ICA / RTP. Co-diretor artístico da Vo'Arte e co-fundador da Companhia Teatro Meridional, presta consultoria e coordena diversos projetos culturais. Integrou as equipas do Fragile, Unlimited e European Video Dance Heritage (EVDH). É codirector dos festivais internacionais InShadow - Festival Lisboa ScreenDance, InArt - Festival de Artes da Comunidade e programa a secção Olhares Frontais dos Encontros de Cinema de Viana do Castelo. O seu trabalho artístico tem tido um foco crescente em práticas sociais através da expansão da dinâmica entre pessoas com necessidades especiais e artistas profissionais. Orquestrador e encenador de vários projetos teatrais, coreográficos e performativos, Pedro Sena Nunes, foi galardoado inúmeras vezes pelas suas obras cinematográficas, fotográficas e multidisciplinares, tanto em Portugal como no estrangeiro. Atualmente é coordenador pedagógico (ETIC) e professor no Cinema no Mestrado de Documentário (ESMAD). É doutorando na Universidade de Lisboa em Artes Performativas e Imagem em Movimento e investigador no GECAPA nas áreas experimentais e interseccionais entre corpo e imagem.
  • Filmografia
  • Ficção (seleção) / Fiction (selection)
  • 1994 - Eléctricos
  • 2002 - Cacilheiros
  • Documentário / Documentary (Microcosmos)
  • 1995 - Margens
  • 1999 - Entraste no jogo, tens de jogar, assim na terra como no céu
  • 2003 - A Morte do Cinema
  • 2005 - Da pele à pedra
  • 2007 - Elogio ao 1/2
  • 2010 - Há Tourada na Aldeia
  • Documentário (seleção) / Documentary (selection)
  • 1997 - Impressões do 3º dia em Glasgow
  • 1997 - Fragments Between Time and Angels
  • 2000 - Lugar à Dança
  • 2008 - Corpo Todo
  • 2009 - A Evolução de Darwin
  • 2013 - Opus Tutti – Enraizar
  • 2013 - 2 and 2, are four
  • 2018 - Qualquer coisa de belo
  • Vídeo Experimental (seleção) / Experimental Video (selection)
  • 1989 - As Imagens de Peter Robinson
  • 1998 - As Palavras derretem-se na água
  • 2001 - Homens Suspensos
  • 2003 - Burdião
  • 2008 - Labirinto
  • 2010 - Hope
  • Instalação Vídeo (seleção) / Video Instalation (selection)
  • 1995 - Efémeros Sentidos
  • 1999 - Nómadas Urbanos
  • Screendance (seleção)
  • 1998 - Devaneios Flutuantes: Carlos Paredes
  • 2009 - Mergulho
  • 2017 - Running Man

RUSSA


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR CURTA OU MÉDIA-METRAGEM INTERNACIONAL
MELHOR DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS
russa

João Salaviza, Ricardo Alves Jr. | Portugal, 2018, 20'

Russa volta ao Bairro do Aleixo no Porto, visitando a irmã e os amigos com quem celebra o aniversário do filho. Neste breve encontro, Russa regressa à memória coletiva do seu bairro, onde três das cinco torres ainda se mantêm de pé.

  • Imagem: Renée Nader Messora
  • Som: Léo Bortolin
  • Montagem: João Salaviza, Ricardo Alves Jr.
  • Produção: João Salaviza, Renée Nader Messora - KARÕ FILMES; Ricardo Alves Jr., Thiago Macêdo Correia - ENTRE FILMES; Renée Nader Messora - MATERIAL BRUTO
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João Salaviza
João Salaviza
Lisboa, 1984. Estudou Cinema na ESTC em Lisboa e na Universidade del Cine, em Buenos Aires. MONTANHA, a primeira longa-metragem, estreou no Festival de Veneza - Semana da Crítica, seguindo-se os festivais de Roterdão, San Sebastian, Buenos Aires, S. Paulo, Munique, Angers, Kerala e Montpellier (prémio de Melhor Filme), antes da estreia comercial em Portugal, e em França onde foi exibido em quinze cidades. João Salaviza realizou uma trilogia de curtas-metragens internacionalmente premiadas: RAFA (Urso de Ouro na Berlinale 2012, Ingmar Bergman Award em Uppsala); ARENA (Palma de Ouro em Cannes 2009) e CERRO NEGRO (estreado em Roterdão). Os seus filmes foram alvo de várias exibições e sessões retrospectivas em festivais, e em espaços como o Centre Pompidou, Malba Buenos Aires, Barbican Centre, Tabakalera, Haus der Kulturen der Welt em Berlin e Belgrade Museum of Contemporary Art. ALTAS CIDADES DE OSSADAS é a sua mais recente curta-metragem, tendo estreado na seleção oficial da Berlinale em 2017. CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS, co-realizado com Renée Nader Messora, foi filmado durante um ano numa aldeia indígena do povo Krahô, no Brasil.
  • Filmografia
  • 2018 – Russa (Portugal, Brasil, 19 min)
  • 2017 – High Cities Of Bone (Portugal, 19 min)
  • 2015 – Montanha (Portugal/France, 90 min)
  • 2012 – Rafa (Portugal/France, 25 min)
  • 2011 – Cerro Negro (Portugal, 22 min)
  • 2009 – Arena (Portugal, 15 min)

Ricardo Alves Jr.
Ricardo Alves Jr.
Ricardo Alves Jr. nasceu em Belo Horizonte em 1982. É roteirista, diretor de teatro e cinema, responsável pelas curtas Material Bruto (2006), Convite para Jantar com o Camarada Stalin (2007), Permanências (2010) e Tremor (2013). As suas curtas foram exibidas e premiadas em diversos festivais internacionais, como Semana da Critica do Festival de Cannes, Rotterdam, Locarno, Oberhausen, KarloyVary, IndieLisboa, Festival do Rio, entre outros. Em 2013 teve uma retrospectiva das suas curtas na Cinemateca Francesa de Paris. Lançou em 2016 a sua primeira longa-metragem, Elon Não Acredita na Morte, comtemplado HBF Script and Project Development. Selecionado para os Festivais de Brasília do Cinema Brasileiro (Prêmio de Melhor Ator), Panorama Coisa de Cinema (Prêmio de Melhor Filme – Prêmio IndieLisboa), Semana dos Realizadores no Rio de Janeiro (Prêmio do Júri); teve estreia internacional no Macao Film Festival & Awards, na China (Prêmio de Melhor Contribuição Artística) e estreia europeia no Festival de Cinema de Rotterdam na sessão Brigth Futuro. A estreia Iberoamericana foi na competição do Festival de Cartagena na Colômbia, sendo exibido também no IndieLisboa em Portugal, Ficuman no México e Bafici na Argentina.
  • Filmografia
  • 2016 – Elon Doesn’t Believe In Death (Fiction, Brazil, 75 minutes)
  • 2013 – Tremor (Ficção, Brasil, 14 minutes)
  • 2010 – Permanências (Documentário, Brasil, 34 minutes)
  • 2007 – Invitation To Dine With Comrade Stalin (Ficção, Brasil/Argentina, 10 minutes)
  • 2006 – Raw Material (Experimental, Brasil, 16 minutes)

RUSSIAN DREAMER


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR CURTA OU MÉDIA-METRAGEM INTERNACIONAL
russian dreamer

Dmitrii Vologdin, Ilya Zverev | Rússia, 2018, 38'

Ano após ano, o "típico" fazendeiro e entusiasta patriota russo François Tulikunkiko tenta fazer face às despesas e encontrar uma resposta para a questão vital: Porque é que as pessoas no interior da Rússia vivem tão mal quando o país é tão rico? É uma história de ironia sobre a vida na província russa, longe das cidades. François é um sonhador com grandes planos, que encontra obstáculos por toda parte, da indiferença habitual à corrupção omnipresente.

  • Imagem: Ilya Zverev
  • Som: Vladimir Nesgovorov
  • Montagem: Ella Livshic
  • Produção: Vlad Ketkovich, Alexei Telnov
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Dmitrii Vologdin
Dmitrii Vologdin
Dmitri nasceu a 9 de setembro de 1988, em Severodvinsk (norte da Rússia). Em 2013, formou-se na Universidade Estadual de Cinema e Televisão de São Petersburgo, com o título de Realizador de Cinema e TV (Estúdio de Sergei Petemkin). Também estudou na Escola de Cinema de Krzysztof Zanussi, em Varsóvia, em 2010, e na Summer Cinematic School, em Huavarilla (Finlândia), em 2011. Durante quatro anos trabalhou com o lendário compositor de São Petersburgo, Oleg Karavaichuk - Dmitrii participou no documentário Oleg Karavaichuk: Encircling Minstrels. Em 2017 participou no Masterschool Documentary campus 2017.
  • Filmografia
  • 2009 - Can of Beans, 26 minutos — documentário
  • 2010 - God is All Around, 8 minutos - documentário, ensaio
  • 2011 - Homesickness, 13 minutos — documentário, reportage
  • 2013 - Oleg Karavaichuk: Encircling Minstrels, 55 minutos — documentário, com o apoio de Art-Center Garazh (Moscow)
  • 2013 - Standstill, 18 minutos — documentário
  • 2018 - Russian dreamer, 38 minutos — documentário

Ilya Zverev
Ilya Zverev
Nasceu na cidade de Vladimir e viveu no extremo norte da Rússia. Estudou filologia e formou-se no Instituto de Cinema e Televisão de São Petersburgo com a especialização em Realização de programas de Televisão. Realizou vários documentários. Em 2012 estudou também na Film University Babelsberg KONRAD WOLF (HFF) em 2012. Trabalha também como diretora de fotografia.
  • Filmografia

LA STRADA DEI SAMOUNI
Samouni Road


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
la strada dei samouni

Stefano Savona | Itália / França, 2018, 126'

Nos subúrbios rurais da cidade de Gaza, uma pequena comunidade de agricultores, a família Samouni, está prestes a celebrar um casamento. Vai ser a primeira comemoração desde a última guerra. Amal, Fuad, seus irmãos e primos perderam os seus pais, as suas casas e as suas oliveiras. O bairro onde moram está a ser reconstruído. Enquanto eles plantam árvores e aram os campos também enfrentam a tarefa mais difícil: juntar a memória.

  • Imagem: Stefano Savona
  • Som: Stefano Savona
  • Montagem: Luc Forveille
  • Produção: Penelope Bortoluzzi, Marco Alessi, Cécile Lestrade
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Stefano Savona
Stefano Savona
Stefano Savona nasceu em Palermo em 1969. Depois de estudar arqueologia e antropologia em Roma e Cambridge e trabalhar como fotógrafo independente em 1997, começou a produzir e realizar documentários e instalações de vídeo. O seu primeiro documentário, Notas de um Rebelde Curdo, produzido em 2006 pela Arte France, ganhou o Prémio Internacional do Júri no Cinéma du Réel. Sua crónica íntima da guerra de 2008 em Gaza, Cast Lead, obteve o Prémio Especial do Júri do Festival de Locarno em 2009. No mesmo ano, lançou uma campanha para a reunião dos testemunhos filmados a serem incluídos no Il Pane di San Giuseppe, um arquivo visual para a preservação e a transmissão da história oral da civilização rural na Sicília, contando atualmente com 200 horas de contribuições editadas. Em 2010 fundou com a Penelope Bortoluzzi a Picofilms, produtora com a qual produz todos os seus filmes. Entre estes Palazzo delle Aquile, premiado com o Grand Prix du Cinéma du Réel em 2011 e incluído na seleção de Acid do Festival de Cannes 2011, e Tahrir Liberation Square que, depois de estreado em Locarno e no New York Film Festival foi distribuido comercialmente em França e ganhou o David di Donatello e a Silver Ribbon como melhor documentário em Itália.
  • Filmografia
  • 2011 - Tahrir, Liberation Square
  • 2011 - Palazzo delle Aquile
  • 2010 - Spezzacatene
  • 2009 - Cast Lead
  • 2006 - Notes from a Kurdish Rebel

SELFIE


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
selfie

Agostino Ferrente | Itália, 2019, 85'

Alessandro e Pietro têm 16 anos e moram em Nápoles, distrito de Traiano, onde, no verão de 2014, Davide Bifolco, também de 16 anos, foi baleado pela polícia que o confundiu com um fugitivo. Eles são amigos inseparáveis, Alessandro trabalha num bar, Pietro sonha em tornar-se cabeleireiro. Alessandro e Pietro aceitam a proposta do realizador de se fotografarem com um iPhone, comentando sobre suas próprias experiências diárias, a sua amizade, o seu bairro - agora vazio, no meio do verão - e a tragédia que pôs fim à vida de Davide.

  • Imagem: Alessandro Antonelli, Pietro Orlando
  • Som: Benni Atria
  • Montagem: Letizia Caudullo, Chiara Russo
  • Produção: Marc Berdugo, Barbara Conforti (Magneto)

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Agostino Ferrente
Agostino Ferrente
Nascido em 1971 em Cerignola, Itália, Agostino Ferrente é realizador, produtor e diretor artístico. Foi coordenador editorial de revistas e noticiários dirigidos a comunidades de italianos residentes no exterior. Depois de se formar nas DAMS em Bolonha e participar do Ipotesi Cinema de Ermanno Olmi, realizou curtas-metragens e videoclipes, produzidos pela sua produtora Pirata Manifatture Cinematografiche. Integra também a banda multiétnica L'Orchestra di Piazza Vittorio. Em 2001, colaborando com dez cúmplices, fundou o grupo "Apollo 11" em Roma, com o objetivo de salvar o histórico cinema Apollo de se tornar uma sala de bingo. Ao promover cinema, música e escrita, o grupo transformou-se num dos centros culturais mais animados da capital italiana, o primeiro com um programa contínuo dedicado ao cinema do real. Atualmente está a trabalhar na sua primeira longa-metragem não documental.
  • Filmografia
  • 2019 - Selfie, 78 min, documentário
  • 2013 - Le Cose Belle, 88 min, documentário, com Giovanni Piperno
  • 2006 - L’orchestra Di Piazza Vittorio, 93 min, documentário
  • 2004 - Scusi, Dov’è Il Documentario?, documentário, coletivo
  • 2000 - Intervista A Mia Madre, 52 min, documentário, com Giovanni Piperno
  • 1999 - Il Film Di Mario, 45 min, documentário, com Giovanni Piperno
  • 1994 - Opinioni Di Un Pirla, curta-metragem
  • 1993 - Poco Più Della Metà Di Zero, curta-metragem documental

SISTERS OF THE TREES


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
sisters of the trees

Camila Menéndez, Lucas Peñafort | Argentina, 2019, 82'

Entre as terras áridas do Rajastão, cercadas por minas de mármore, há um oásis: uma pequena cidade chamada Piplantri onde as mulheres não têm mais medo de dar à luz uma menina. Desde 2005, cada vez que uma menina nasce em Piplantri, 111 árvores são plantadas em seu nome para celebrar a ocasião. Um homem chamado Shyam Sunder Paliwal perdeu uma filha de 16 anos e decidiu plantar uma árvore em sua memória. Percebeu que as árvores deveriam ser plantadas não para comemorar a morte, mas para celebrar a vida de todas as meninas. E assim floresceu a ideia de que a base de um futuro brilhante era cultivar árvores, cuidar da água e educar as meninas.

  • Imagem: Camila Menéndez
  • Som: Lucas Peñafort
  • Montagem: Santiago Esteves, Camila Menéndez
  • Produtor: Victoria Chales

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Camila Menéndez
Camila Menéndez
Camila Menéndez tem formação como realizadora do ERCCyV (Escola Regional de Cinema e Vídeo, Mendoza, Argentina) e deu continuidade aos estudos com o professor Miguel Pérez (A República Perdida I e II) na sua oficina de montagem e estrutura dramática. Desde 2010, trabalha como editora independente para várias empresas de produção e canais de televisão em Mendoza e Buenos Aires, como Baraka Cine, Pandito Films, Shango Films, Canal 7 de Mendoza, Obol, Acequia TV, Señal U. Montou os filmes "La pasión de Verónica Videla" (2011), (Seleção Panorama Cinelatino Festival de Toulouse) e "Los ojos llorosos" (2018) de Cristián Pellegrini. Como também o filme "Necronomicón" (2017) de Marcelo Schapces, e os documentários "Madam Baterflai" (2014) e "With flower´s name" (2018) de Carina Sama. Realizou as curtas-metragens documentais "Biofertilizantes" (2013, Tecnópolis TV), "Vol I: Antonio" (2018) e "Vol II: Lavalle" (2017). Participou da 12ª edição do Campus Talent de Buenos Aires. Trabalha como curadora e artista audiovisual desde 2009. Obteve o Diploma em Estudos Documentários Criativos, no Observatório Cinematográfico de Barcelona.

Lucas Peñafort
Lucas Peñafort
Lucas Peñafort é formado em Cinematografia pela Universidad del Cine de Buenos Aires. Trabalhou como designer de som, editor e produtor nos documentários de Martín Solá: Caja cerrada, Hamdan e La Famila Chechena, vencedor do prêmio de melhor filme do Festival de Cinema de Madri, Nyon Visions du Reel e Docs Barcelona. Participou na instalação do vídeo itinerante com Antje Ehmann e Harun Farocki; Trabalhadores: "Deixe seu local de trabalho" em mais de dez cidades. Realizou uma oficina de cinema etnográfico para os líderes comunitários em San Martín Chile Verde (Guatemala). Atualmente colabora com a plataforma LODO, que se foca no diálogo interdisciplinar de artistas, desenvolvendo performances, instalações de vídeo multicanal e teatro.

TERRA


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR CURTA OU MÉDIA-METRAGEM INTERNACIONAL
terra

Julia Kushnarenko | Rússia, 2018, 30’

Em 2012 teve início a produção do campo de gás de Bovanenkovo, na península de Yamal, uma zona remota da Sibéria. A zona industrial colidia com a rota histórica de migração dos pastores de renas indígenas - Nenets.

  • Imagem: Julia Kushnarenko
  • Som: Julia Kushnarenko
  • Montagem: Julia Kushnarenko
  • Produção: Julia Kushnarenko, Maxim Arbugaev
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Julia Kushnarenko
Julia Kushnarenko
Julia Kushnarenko nasceu em Moscovo e estudou realização no Instituto Gerasimov de Cinematografia. Completou os seus estudos na Escola Scream de Moscovo em composição de efeitos visuais. Trabalha como realizadora de documentários, diretora de fotografia e editora, e assume o seu fascínio por personagens contraditórias. Em 2017 conjuntamente com Veronika Sher fundou o International Dance Short Film Festival BODYSCOPE.
  • Filmografia
  • 2017 - MOTOR, short documentary, 12'
  • 2016 - THE FANTOMS, short film, 6'
  • 2015 - IT'S ME, short film, 27'
  • 2011 - THE STOP, short film, 9'

DER PATRIOT
The Patriot


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR CURTA OU MÉDIA-METRAGEM INTERNACIONAL
der patriot

Katja Fedulova | Alemanha, 2018, 30'

Aos 21 anos, Vasily Vlasov tornou-se o mais jovem parlamentar da Duma Russa. Dada a sua autoconfiança abundante, pensaram que poderia ser uma nova voz no sistema. Mas os ideais de Vasily estão enraizados num partido profundamente conservador, o LDPR, que é apontado como um partido de ideologia fascista.

  • Imagem: Sergei Amirdzhanov
  • Som: Elena Pertosyan
  • Montagem: Calle Overweg
  • Produção: Katja Fedulova
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Katja Fedulova
Katja Fedulova
Katja Fedulova nasceu em Leningrado, URSS, em 1975. Em 1993, iniciou os seus estudos na Academia Muthesius de Belas Artes e Design em Kiel, Alemanha e em 2001 na Academia Alemã de Cinema e Televisão de Berlim. O seu primeiro documentário "Ladies of Fortune", foi distribuído comercialmente em 2012 em toda a Alemanha.
  • Filmografia
  • 2012 - Ladies of fortune, documentary, feature, graduation
  • 2015 - My Name ist Khadija, documentary, middle long
  • 2017 - Faith Hope Love, documentary, feature
  • 2018 - The Patriot, documentary, short
  • 2019 - Kirill Serebrennikov, documentary, middle long
  • 2019 - Summer Guests, documentary, feature, in development

THE WAR ON MY PHONE


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
the war on my phone

Elke Sasse | Alemanha / Suiça, 2018, 90'

Centenas de milhares de pessoas fugiram da Síria para a Europa desde 2015. Vivem entre nós e, no entanto, “não estão realmente aqui”. A cada minuto os seus telemóveis podem estar a transmitir mensagens e vídeos provenientes da Síria - a guerra está sempre nos seus telemóveis. O filme retrata quatro pessoas divididas entre essas duas realidades e dá uma visão íntima da vida quotidiana na Síria através de mensagens privadas e vídeos vindas de dentro da zona de guerra.

  • Imagem: Jakob Stark
  • Som: Pascal Capitolin, Karsten Höfer
  • Montagem Janine Dauterich
  • Produção: Holger Preusse
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Elke Sasse
Elke Sasse
Elke Sasse estudou literatura em Berlim e trabalhou como jornalista de rádio e televisão antes de realizar documentários. Os seus filmes centram-se em pessoas de todas as esferas da vida: já documentou o quotidiano dos agricultores de alho na China ou os dançarinos reformados em Berlim. Tem acompanhado os sem-abrigo a caminho da Alemanha e antigos trabalhadores escravos à espera de justiça. O seu último filme #MyEscape recebeu vários prémios e documenta as rotas de fuga para a Europa dos refugiados, através do registo dos seus telemóveis.
  • Filmografia
  • 2016 - #MyEscape, 90’
  • 2015 - One Day in Worldwide Berlin, 90’
  • 2014 - Worldwide Berlin, Web-documentary and event
  • 2010 - Babske Radio, 78’
  • 2009 - Where is the wall?, 87’
  • 2008 - Who’s afraid of Europe?, 83’

TINY SOULS


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
looking at others

Dina Naser | Jordânia / Qatar / França, 2019, 85'

Depois de escapar da guerra na Síria, uma jovem de espírito livre e a sua família precisam viver confinadas num campo de refugiados de Zaatari, na Jordânia. Ao longo de quatro anos, a realizadora acompanha a vida desta jovem, registando a mudança resiliente da infância para a adolescência, numa situação de adaptação e sobrevivência.

  • Imagem: Hasan Abu Hammad, Dina Naser
  • Som: Antonin Dalmasso
  • Montagem: Najwa Khachimi, Qutaiba Barhamji
  • Música: Ronald Heu
  • Correção de Cor: Hazem Berrabah
  • Produção: Dina Naser
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Dina Naser
Dina Naser
Realizadora, escritora e produtora jordana de origem palestiniana, Dina Naser é bacharel em Arte e Design Gráfico. Foi bolseira do DOCNOMADS Mobile Documentary School - um programa de mestrado de dois anos em Lisboa, Budapeste e Bruxelas. Os seus primeiros filmes são inspirados em histórias de sua terra natal. O documentário "Shamieh" (2011) retrata uma mulher palestina idosa que vive no campo de refugiados de Zizya, na Jordânia. "One Minute" (2015) conta a história de uma mulher que viveu o ataque a Gaza em 2014. "Sea Wash" (co-realizadora, 2016), um filme experimental curto, sobre refugiados que perderam a vida na travessia no mar.

TIO TOMÁS, A CONTABILIDADE DOS DIAS
Uncle Thomas, Accounting For The Days


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR CURTA OU MÉDIA-METRAGEM INTERNACIONAL
MELHOR DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS
tio tomás

Regina Pessoa | Portugal, 2019, 13'

A partir das memórias afetivas e visuais da minha infância, este filme pretende ser uma homenagem ao meu tio Tomás, um homem humilde e um pouco excêntrico que teve uma vida simples e anónima. Com este filme eu gostaria de testemunhar como não é preciso ser-se "alguém" para se ser excecional na nossa vida.

  • Imagem / Animação: Regina Pessoa, André Marques, Alexandre Braga, Sylvie Trouvé, Dale Hayward, Marc Robinet, Soukaïna Najjaranne, Nils Delot
  • Som: Normand Roger
  • Montagem: Abi Feijó
  • Produção: Ciclope Filmes - Abi Feijó; ONF/NFB - Julie Roy; Les Armateurs - Reginald de Guillebon
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Regina Pessoa
Regina Pessoa
Licenciatura em Pintura pela Faculdade de Belas Artes do Porto, 1998. Coorientação de diversos workshops de Cinema de Animação, desde 1992. Em 1992 começa a trabalhar em animação:- Animadora no filme “Os Salteadores” de Abi Feijó, 92/93 - Animação e pesquisa gráfica para o filme “Fado Lusitano” de Abri Feijó, 94/95 - Animação em areia para o filme “Clandestino” de Abi Feijó, 2000 Em 1996 começa a realizar os seus próprios filmes de animação, obtém um grande reconhecimento e ganha inúmeros prémios, tornando-se uma referência incontornável da Animação Portuguesa. Todos os seus filmes fazem parte da lista de filmes do Plano Nacional de Cinema, e são estudados por crianças e jovens das escolas Portuguesas. Em 2016 torna-se “Senior Lecturer” na escola de Animação Alemã FILMAKADEMIE. Em 2018 torna-se membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.
  • Filmografia
  • 1999 - A Noite
  • 2001 - Odisseia nas Imagens
  • 2005 - História Trágica com Final Feliz (Tragic Story with Happy Ending)
  • 2012 - Kali o pequeno vampiro (Kali the Little Vampire)

WASH ME PLEASE


Candidato ao Prémio Jean Loup Passek
MELHOR CURTA OU MÉDIA-METRAGEM INTERNACIONAL
wash me please

Ali Nikfar, Saeed Mayahy | Irão, 2018, 6'

Ela decidiu sair e tirar fotos de manifestações na rua.

  • Imagem: Masoud Kazerouni
  • Som: Saeed Mayahy
  • Montagem: Ali Nikfar
  • Produção: Ali Nikfar
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Ali Nikfar
Ali Nikfar
Nascido em Bushehr, no sul do Irão, esta é a sua quinta curta-metragem como realizador.
  • Filmografia
  • 2012 - White
  • 2014 - Plastic Date
  • 2018 - The Fishnet And Fish
  • 2018 - Wash Me Please

Saeed Mayahy
Saeed Mayahy

CINEMA


Filme Convidado
cinema

Rodrigo Areias | Portugal, 2014, 9'38''

Um homem prepara um velho ritual num templo há muito abandonado pelos fiéis.

  • Imagem: Jorge Quintela
  • Som:
  • Montagem: Rodrigo Areias
  • Produção: Rodrigo Areias - BANDO À PARTE
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Rodrigo Areias
Rodrigo Areias
Começou a sua vida profissional como músico e editor de música na editora Garagem, no cinema foi diretor de som de realizadores como Paulo Rocha ou Edgar Pêra. Licenciou-se em Som e Imagem na Escola das Artes com a especialização em Imagem. Fez também uma especialização em realização na Tisch School of Arts na Universidade de Nova Iorque e os programas de produção Eurodoc e Biennalle College de Veneza. Tem desenvolvido ao longo da sua carreira, trabalhos criativos na área de cinema de autor em ficção e documentário, alternando com outros trabalhos em domínios de videoarte e vídeo clips. Como produtor começou a sua carreira em 2001 e desde então produziu e co-produziu mais de 150 curtas, longas, vídeos e documentários. Produziu autores de renome como Edgar Pêra, João Canijo e F. J. Ossang, bem como jovens realizadores como André Gil Mata, João Rodrigues e Jorge Quintela e internacionais como Gabe Klinger, Teddy Williams e Oliver Laxe. Tem co-produzido com o Brasil, Reino Unido, França, Alemanha, Japão, E.U.A., Argentina, Finlândia... Venceu um Leão de Ouro para melhor documentário no Festival de Veneza e um Leopardo de Ouro no Festival de Locarno. As suas produções têm estreado nos maiores festivais de cinema do mundo como Cannes, Berlim, Veneza, Roterdão, Clermont Ferrand, Hannecy entre muitos outros. Através do estúdio de animação tem produzido várias curtas multipremiadas de autores como David Doutel, Vasco Sá ou Laura Gonçalves e Alexandra Ramires. Como realizador, entre vários filmes destaca-se Estrada de Palha (premiação internacional classe A) e Corrente com os quais esteve representado em mais de cinquenta festivais internacionais e foi galardoado com múltiplos prémios. Estreou recentemente a sua terceira longa-metragem de ficção Ornamento & Crime e a sua última longa Documental Hálito Azul estreou na competição First Look do festival de Locarno. Foi responsável pela produção de cinema de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura onde produziu filmes de realizadores como Jean-Luc Godard, Aki Kaurismaki, Peter Greenaway, Manoel de Oliveira, Victor Erice, entre muitos outros.
  • Filmografia
  • 2018 - Hálito Azul (Blue Breath) – Documentário - 75'
  • 2018 - Pixel Frio (Cold Pixel) – curta-metragem ficção - 15'
  • 2016 - Ornamento & Crime (Ornament & Crime) – Longa-metragem ficção - 90'
  • 2015 - O Guardador (The Keeper) – curta-metragem ficção - 15'
  • 2014 - Cinema – Curta-metragem ficção - 9'- 35mm
  • 2013 - 1960 – Documentário -70'- super 8mm
  • 2012 - Estrada de Palha (Hay Road) – longa-metragem de ficção
  • 2012 - Domesticada(Tamed) – curta-metragem ficção co-realizada com Paulo Furtado
  • 2010 - Golias – curta-metragem documental -10'- Super 8mm
  • 2008 - Corrente (Flow) – curta-metragem ficção -16'- 35 mm
  • 2008 - Tebas- longa-metragem ficção - 75'
  • 2007 - D. Afonso Henriques- O Conquistador – Documentário televisivo - 50'
  • 2004 - Tempo Suspenso – curta-metragem experimental - 9'

CIDADE PEQUENA Small Town


Filme Convidado
cidade pequena

Diogo Costa Amarante | Portugal, 2016, 19'

De regresso a Vila do Conde, onde já apresentou As Rosas Brancas (2013), Diogo Costa Amarante volta ao tema dos afetos e memórias familiares para contar a história sempre pontuada por momentos mais intrigantes e desconcertantes. Cidade Pequena é um filme que se apoia sobretudo nos sons, sempre muito audíveis, e na fotografia, sobretudo noturna, para criar um clima imersivo e intimista que tenta convocar a cumplicidade do espectador. Nessa relação, a mediação dos dois diferentes narradores é fundamental para marcar o ritmo do filme e acentuar uma curiosa e interessante dualidade.

  • Imagem: Diogo Costa Amarante
  • Som: Diogo Costa Amarante, Miguel Cordeiro
  • Montagem: Diogo Costa Amarante
  • Produção: Diogo Costa Amarante
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Diogo Costa Amarante
Diogo Costa Amarante
Diogo Costa Amarante formou-se em Direito antes de fazer a sua estreia com o documentário Jumate, exibido em inúmeros festivais internacionais e ganhou vários prémios. Em 2009, participou no Talent Campus da Berlinale. O seu filme As Rosas Brancas foi exibido no programa Berlinale Shorts em 2014. Graduado em cinema na Tisch School of the Arts em Nova York. Ganhou o Urso de Ouro de melhor curta-metragem com Cidade Pequena, na Berlinale 2017.
  • Filmografia
  • 2016 - Cidade Pequena (Small Town)
  • 2014 - As Rosas Brancas
  • 2012 - Down Here
  • 2009 - Barcelona Film Project: We Have Legs/Time Flies
  • 2009 - En enero, quizás
  • 2007 - Jumate

SINAIS DE SERENIDADE POR COISAS SEM SENTIDO Signs Of Stillness Out Of Meaningless Things


Filme Convidado
sinais de serenidade

Sandro Aguilar | Portugal, 2012, 28'

Segundo o lunário perpétuo: "Quando as brasas ou faíscas de fogo se pegarem ao vaso de água denota vento. Quando os montes ecoarem muito e o mar fizer grande ruído, denota ventos tempestuosos e tempestades no mar. Quando, ao amanhecer, aparecer muita névoa, denota serenidade por dois dias." A ver vamos.

  • Imagem: Rui Xavier
  • Som: Pedro Melo
  • Montagem: Sandro Aguilar
  • Produção: Sandro Aguilar, Luís Urbano, O Som e a Fúria
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Sandro Aguilar
Sandro Aguilar
Sandro Aguilar (1974), realizador, produtor e editor. Estudou cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema e é cofundador da produtora cinematográfica "O Som e a Fúria".
  • Filmografia
  • 2017 - Mariphasa
  • 2015 - Undisclosed Recipients
  • 2015 - Bunker
  • 2014 - False Twins
  • 2013 - Dive: Approach And Exit
  • 2011 - And They Went
  • 2010 - Mercúrio
  • 2010 - Voodoo
  • 2007 - Arquivo
  • 2005 - A Serpente
  • 2003 - S/Título
  • 2003 - From Head To Tail
  • 2002 - Remains
  • 2001 - Corpo E Meio
  • 2000 - Sem Movimento
  • 1997 - Estou Perto
  • 1997 - Cadáver Esquisito

MENINA


Filme Convidado
menina

Cristina Pinheiro | França, 2017, 100'

Em 1979, Luisa é uma menina de 10 anos, de origem portuguesa, que só conhece a França. É difícil para ela compreender o mal estar dos seus pais, dilacerados pela dor do exílio.

  • Imagem: Tristan Tortuyaux
  • Som: Utku Insel
  • Montagem: Isabelle Manquillet
  • Produção: Mathieu Bompoint
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Cristina Pinheiro
Cristina Pinheiro
Cristina Pinheiro nasceu em Tours, França, onde os seus pais se estabeleceram depois de sair de Portugal. Cresceu com uma dupla cultura dupla que condicionou o seu amor à linguagem. Começou sua carreira como atriz e realizou em 2002 a sua primeira curta-metragem, Morte Marina. Em 2012 realiza a curta-metragem Liga, produzida pela Easy Tiger com interpretação de Helena Noguerra e Nanou Garcia. Menina, produzida pela Mezzanine Films, é a sua primeira longa-metragem. Iniciada no âmbito da sua formação na FEMIS Script Workshop, o argumento é selecionado no Festival Internacional de Argumentistas, antes de se realizar, no verão de 2016, com um elenco franco-lusófono integrando nomes como Nuno Lopes, Beatriz Batarda e a jovem Naomi Biton.

DOMUS


Plano Frontal 2018 . Residência Cinematográfica
domus

Inês Silva | Portugal, 2019, 14'

Existe um lugar suspenso pelas correntes do rio Minho que transborda o desejo de passar a fronteira e correr para novos horizontes. É com isso que a pequena comunidade de Melgaço se depara todos os dias – com aqueles que decidem partir. Mas há quem reme contra a corrente, para regressar a casa.

  • Realização, Montagem, Correção de Cor: Inês Silva
  • Direção de Fotografia, Montagem, Mistura de Som: Henrik Ferrara
  • Direção de Som: Jéssica Monteiro
  • Intervenientes: Verónica Solheiro
  • Música: "Esse Olhar que era só teu" gentilmente cedida por DEAD COMBO
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domus
Biografia do Grupo
Henrik Ferrara, Inês Silva e Jéssica Monteiro foram colegas de licenciatura na Escola Superior de Media, Artes e Design de 2015 a 2018. Desde cedo formaram amizade e trabalharam em diversos projetos académicos juntos. Foi em 2018, durante o Plano Frontal que se juntaram profissionalmente pela primeira vez, para produzir o documentário Domus. Atualmente trabalham nas áreas de vídeo, fotografia, cinema, performance e instalação na zona de Porto e Braga.

DIREITO POR LINHAS TORTAS
Getting there in a roundabout way


Plano Frontal 2017 . Residência Cinematográfica
escrever direito por linhas tortas

Martina Tzvetan | Portugal, 2019, 14'

Este documentário retrata a história de dois homens e respetivas caminhadas, obstáculos, dissabores e conquistas, apesar das similaridades das suas raízes, acabaram por tomar direções muito diferentes.

  • Realização: Martina Tzvetan
  • Direção de Fotografia: Mariana Quaresma
  • Direção de Som: Vasco Silva
  • Montagem, Correção de Cor: Vítor Hugo
  • Apoio: VoArte
  • Intervenientes: Padre José Alberto Sousa, João Paulo Rodrigues

Biografia do Grupo
Com distintas experiências, Martina Tzvetan, Mariana Quaresma e Vasco Silva juntaram-se no Plano Frontal em Melgaço para dar continuidade à sua prática em cinema documental. Procuraram caminhos e soluções que respondessem aos vários desafios que se foram enunciando. Atualmente trabalham em diferentes áreas. Vítor Hugo foi o responsável pela montagem, mistura de som e correção cor do documentário.

O ÚNICO DIA QUE NÃO REPETIMOS
The Only Day We Don't Repeat


Plano Frontal 2018 . Residência Cinematográfica
o único dia que não repetimos

Maria Inês Rodrigues | Portugal, 2019, 17'

Do alto do norte de Portugal, fustiga o sol de Agosto sobre as ruínas pré-históricas que ficaram por filmar. Resguardam-se dos olhares curiosos os habitantes que esperam início da cerimónia fúnebre. Esta é a reconversão de uma memória através dos mistérios aos quais não temos acesso a não ser com a passagem do tempo.

  • Realização, Imagem: Maria Inês Rodrigues
  • Montagem, Assistência de Imagem, Efeitos Especiais: Joana Baptista
  • Captação de Som: Diego Zon
  • Desenho de Som: Rolando Babo
  • Intervenientes: Dorinda Domingues, Dorinda Pinheiro, Francisco Esteves, José Pinheiro, Maria Adelina Gonçalves, participantes Melgaço Radical
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o ]unico dia
Biografia do Grupo
Maria Inês Rodrigues nasceu no Porto em 1994. Atualmente frequenta o Mestrado em Realização na Escola de Cinema. O único dia que não repetimos é o seu primeiro filme. Joana Baptista é videógrafa e faz pós-produção de vídeo de documentários e videoclips. Este é o seu mais recente projeto. Diego Zon é realizador e argumentista. A sua última metragem, Das águas que passam, competiu na Berlinale Shorts na 66ª edição do festival.

SABOR SALGADO
Salted Flavour


Plano Frontal 2018 . Residência Cinematográfica
sabor salgado

Vasco Trabulo Bäuerle | Portugal, 2019, 8'

Um pedaço da história permanece vivo. Cântico de amor jamais gasto.

  • Realização, Montagem, Imagem: Vasco Trabulo Bäuerle
  • Captação de Som, Mistura de Som: Filipe Moreira
  • Imagem, Cor: João Dias
  • Intervenientes: Maria Clara dos Santos Araújo, Inês Jonas, Jéssica Monteiro
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sabor salgado
Biografia do Grupo
Filipe Moreira, Curso em Multimédia Grau IV, no Instituto Multimédia; Licenciado em Som e Imagem, na UCP Porto; Curso de Instrumento, Formação Musical e Classes Conjunto pelo Conservatório de Música do Porto; Professor e Multi-Instrumentista. João Dias, nasceu em 1996, na cidade de Chaves. Foi da área das Ciências, até que descobriu a Fotografia e o Cinema. A terminar a Licenciatura em Som & Imagem na Universidade Católica, Vasco Trabulo Bäuerle nasceu a 8 de Outubro de 1998, no Porto. Licencia-se em Som e Imagem, pela Escola das Artes da Universidade Católica do Porto. Atualmente está a terminar o seu projeto final de licenciatura, uma ficção intitulada, “Auspício”.

TONINHO, O RINGO D'ARMANDA
Toninho, Armanda’s Ringo


Plano Frontal 2018 . Residência Cinematográfica
toninho

Emanuel V. da Silva | Portugal, 2019, 14'

Deslocado num tempo em que a imagem fotografada que se faz de outrem prevalece, Ringo, o menino envelhecido da mãe Armanda, deambula infotografável pelas ruas e estradas de Melgaço. Esbarra invariavelmente em cruzamentos sem solução: onde o passado, o presente e a presciência do vazio futuro se acotovelam. Encruzilhadas onde a estrela de Ringo ora brilha, ora desvanece. Onde a noite aparece e a madrugada se esquece.

  • Realização, Fotografia, Montagem: Emanuel V. da Silva
  • Captação de Som, Assistente de Realização: Luís Miguel Portela
  • Desenho e Mistura de Som: Filipe Moreira
  • Correção de Cor: Miguel Cervan
  • Intervenientes: António "Ringo" Rodrigues, Ilda Dias, José Henrique Domingues
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Emanuel V. da Silva
Biografia do Grupo
Conheceram-se na Residência Cinematográfica e quis o acaso que os dois se juntassem para fazer um filme. Em comum têm o facto de serem oriundos de áreas que não o cinema e imagem - O Luís trabalhou vários anos em Marketing, fazendo hoje da Fotografia, a grande paixão, sua atividade principal. O Emanuel trabalha em informática e realizou um par de curtas durante o curso de mestrado que está a finalizar. Têm ambos um gosto especial por histórias e coincidem na paixão que colocam na representação artística das mesmas.